{"version":"1.0","provider_name":"IPCB","provider_url":"https:\/\/ipcb.org.br\/index","title":"\u201cQue lugar o trabalho tem na sua vida?\u201d - IPCB","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"X5TL4RCn3E\"><a href=\"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/que-lugar-o-trabalho-tem-na-sua-vida\/\"><strong>\u201cQue lugar o trabalho tem na sua vida?\u201d<\/strong><\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/que-lugar-o-trabalho-tem-na-sua-vida\/embed\/#?secret=X5TL4RCn3E\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;&lt;strong&gt;\u201cQue lugar o trabalho tem na sua vida?\u201d&lt;\/strong&gt;&#8221; &#8212; IPCB\" data-secret=\"X5TL4RCn3E\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/* ]]> *\/\n<\/script>\n","description":"\u201cTodo trabalho do homem \u00e9 para a sua boca; e, contudo, nunca se satisfaz o seu apetite\u201d (Eclesiastes 6.7) Salom\u00e3o, no texto de hoje, nos fala sobre a vaidade do trabalho. Para alguns, o trabalho \u00e9 como um deus, pois vivem em fun\u00e7\u00e3o dele. Em boa parte dos casos, a raz\u00e3o est\u00e1 naquilo que se obt\u00e9m atrav\u00e9s do trabalho. Ele pode trazer reconhecimento, sucesso e bens. \u00c9 exatamente disto que Salom\u00e3o fala na primeira parte do vers\u00edculo. Isto, claro, j\u00e1 \u00e9 um problema pois, al\u00e9m de idolatria, revela ego\u00edsmo. Mas, creio que a parte final do vers\u00edculo \u00e9 reveladora, uma vez que mostra ser in\u00fatil todo este esfor\u00e7o. Por mais reconhecimento, sucesso ou dinheiro que se tenha, nunca se est\u00e1 satisfeito. Lembro de, quando crian\u00e7a, ver na TV uma entrevista com o homem mais rico do mundo na \u00e9poca. A rep\u00f3rter perguntou se ele era um homem realizado e ele [\u2026]"}