{"id":2660,"date":"2017-06-28T21:12:03","date_gmt":"2017-06-28T21:12:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ipcb.org.br\/index\/?p=2660"},"modified":"2023-05-16T00:21:26","modified_gmt":"2023-05-16T00:21:26","slug":"pastoral-1965","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1965\/","title":{"rendered":"PASTORAL 1965"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>PASTORAL \u2013 1965<\/strong><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Rev. Antonio Gon\u00e7alves de Oliveira<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Prezados irm\u00e3os, \u201cSe n\u00e3o fora o Senhor que esteve ao nosso lado, ora diga Israel; se n\u00e3o fora o Senhor que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram contra n\u00f3s eles teriam ent\u00e3o nos engolido vivos, quando a sua ira se acendeu contra n\u00f3s.\u201d (Sl 124.1-3)<\/p>\n<p>Pela vontade humana, h\u00e1 muito que ter\u00edamos sucumbido. O prazer incontido do advers\u00e1rio seria ver-nos soterrados sob a avalanche dos nossos pr\u00f3prios problemas e dificuldades. N\u00e3o acreditavam, em nenhum instante, que um punhado de bravos pudesse manter bem alto, e por tanto tempo, o pend\u00e3o real colocado em suas m\u00e3os, devido a firmeza doutrin\u00e1ria que sucumbiu com a separa\u00e7\u00e3o de 1940. A verdade sublime do Salmo 20 salta aos nossos olhos, penetra em nossos cora\u00e7\u00f5es, falando \u00e0 nossa alma, quando encontramos nos vers\u00edculos set e oito: \u201cUns confiam em carros e outros em cavalos, mas n\u00f3s faremos men\u00e7\u00e3o do nome do Senhor nosso Deus. Uns encurvam-se e caem, mas n\u00f3s nos levantamos e estamos de p\u00e9.\u201d<\/p>\n<p>A obra n\u00e3o \u00e9 nossa, \u00e9 do Senhor, por isso dizemos como o salmista: \u201cN\u00e3o a n\u00f3s, Senhor, n\u00e3o a n\u00f3s, mas ao teu nome d\u00e1 gl\u00f3ria, por amor da tua benignidade e da tua verdade.\u201d (Sl 115.1).<\/p>\n<p>Uma das provas de que a obra n\u00e3o \u00e9 nossa, \u00e9 a sua longevidade. J\u00e1 se v\u00e3o vinte e cinco anos gloriosos de lutas e vit\u00f3rias. Durante esses anos os inimigos esperaram com \u00e2nsia a nossa derrocada final, mas o Senhor nos sustentou. Portanto, a Ele seja dada gl\u00f3ria, louvor e honra diuturnamente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ORA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Amados, a perman\u00eancia de nossa capacidade, para prosseguirmos na luta contra o pecado e o erro, depende do nosso estado espiritual. Para que possamos manter elevado o term\u00f4metro de nossa f\u00e9, de nossa espiritualidade, necessitamos, sem vacila\u00e7\u00e3o, de colocar nossos joelhos em terra. A ora\u00e7\u00e3o nos leva mais perto do Salvador que garantiu: \u201cEis que eu estou convosco todos os dias, at\u00e9 a consuma\u00e7\u00e3o dos s\u00e9culos.\u201d (Mt 28.20).<\/p>\n<p>Nos dias atuais a tend\u00eancia de muitas igrejas evang\u00e9licas \u00e9 abandonar mais e mais a pr\u00e1tica da ora\u00e7\u00e3o. Da\u00ed o tempo ser preenchido com programas v\u00e1rios de a\u00e7\u00e3o social, que n\u00e3o podem trazer aquele calor espiritual necess\u00e1rio, para que se cumpra a verdadeira miss\u00e3o do cristianismo: levar almas aos p\u00e9s de Cristo. Precisamos manter o digno exemplo da Igreja Primitiva. Ela come\u00e7ou com a ora\u00e7\u00e3o. Antes do cumprimento da promessa do Pentecostes, depois daquele grande dia, a atitude foi sempre de ora\u00e7\u00e3o. Receberam os ap\u00f3stolos a exorta\u00e7\u00e3o do Mestre: \u201cVigiai e orai\u201d. Nesse sentido temos duas important\u00edssimas advert\u00eancias do Senhor Jesus. Em Mateus 24.42, temos um motivo \u201cVigiai, pois, porque n\u00e3o sabeis a que hora h\u00e1 de vir o vosso Senhor.\u201d<\/p>\n<p>Orar tendo um motivo definido. Estamos atravessando os \u00faltimos dias, em breve o Senhor voltar\u00e1 (gl\u00f3ria e louvor ao seu sant\u00edssimo nome) e necessitamos estar vigilantes. Todavia o inimigo n\u00e3o dorme, ent\u00e3o vem a outra advert\u00eancia do Senhor: \u201cVigiai e orai para que n\u00e3o entreis em tenta\u00e7\u00e3o: na verdade o esp\u00edrito est\u00e1 pronto, mas a carne \u00e9 fraca.\u201d (Mt 26.14). Outro motivo concreto, definido. Quando uma igreja deixa de orar, entra fatalmente em decad\u00eancia espiritual. Come\u00e7a ent\u00e3o a dar ouvidos \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o, perde a sua vis\u00e3o mission\u00e1ria. Come\u00e7a a submergir-se em meio a programas v\u00e1rios, como Pedro, tragado pelas ondas revoltas, porque deixou de fixar o seu olhar em Cristo Jesus. Para que, irm\u00e3os, possamos vencer, temos que nos manter em ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso que cada membro, cada fam\u00edlia, congrega\u00e7\u00e3o e Igreja n\u00e3o se esque\u00e7a de, genuflexamente, pedir for\u00e7as do alto. Aquele que \u00e9 por todos, sobre todos e para todos, Ele, o Senhor amado nos tomar\u00e1 pela m\u00e3o, quando o buscarmos com f\u00e9 atrav\u00e9s da ora\u00e7\u00e3o. Orando, podemos pensar em:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MISS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A miss\u00e3o da igreja, amados, tamb\u00e9m \u00e9 definida, clara e insofism\u00e1vel, pois a ordem de Cristo foi: \u201cIde por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.\u201d (Mc 16.15).<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 meio termo, a miss\u00e3o prec\u00edpua da Igreja \u00e9 pregar o evangelho. Levar a luz aos que est\u00e3o em trevas, esperan\u00e7a aos desesperados, conforto e paz aos atormentados, f\u00e9 aos incr\u00e9dulos, caminho aos perdidos e errantes.<\/p>\n<p>Estamos come\u00e7ando uma nova fase no presbiterianismo conservador. O nosso Semin\u00e1rio, mantido pela gra\u00e7a divina, atuando nos cora\u00e7\u00f5es crentes, ser\u00e1 como torrentes cristalinas, que constantemente dar\u00e1 os obreiros prontos para a luta todos os anos. Os lugares s\u00e3o preenchidos paulatinamente, enquanto os houver. Assim como o povo de Israel no deserto, fugindo do ex\u00e9rcito eg\u00edpcio, n\u00e3o podemos parar, porque nosso dever \u00e9 marchar. A p\u00e1tria a\u00ed est\u00e1 com as portas para o norte, para o sul, leste e oeste. Gra\u00e7as a Deus ainda gozamos de plena liberdade. Esforcemo-nos agora, pensando na Miss\u00e3o Nacional. Antes de atravessarmos \u00e0s plagas estrangeiras, olhemos para o solo p\u00e1trio, mais do que nunca necessitado de uma mensagem positiva do evangelho. A casa de profetas nos dar\u00e1 obreiros, importa-nos envi\u00e1-los e sustent\u00e1-los. Sintamos bem de perto a pergunta enf\u00e1tica de S. Paulo: \u201cE como pregar\u00e3o se n\u00e3o forem enviados?\u201d (Rm 10.15).<\/p>\n<p>O grupo her\u00f3ico de 1940 suportou sobre os ombros a insigne responsabilidade de manter o pend\u00e3o real em p\u00e9, at\u00e9 agora quando os obreiros jorram em abund\u00e2ncia como a cascata da alta serra; \u00e9 preciso aproveit\u00e1-los como se faz com a \u00e1gua na sua for\u00e7a pujante, para que possamos ser \u00fateis em todos os extremos do solo p\u00e1trio. Entremos, amados, para a fase mission\u00e1ria da igreja, n\u00e3o que ela antes n\u00e3o tivesse essa responsabilidade, mas agora como tendo capacidade maior para esse mister. Os bravos permaneceram firmes em seus postos, mas agora \u00e9 preciso avan\u00e7ar para novos horizontes, j\u00e1 que os elementos vir\u00e3o com abund\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Parar nos postos j\u00e1 existentes \u00e9 estagnarmos e sucumbirmos com a avalanche de bons valores. H\u00e1 necessidade agora de aqueles que sentiam falta de obreiros e por isso ficavam inertes e desanimados, sentir que o verso da medalha \u00e9 outro. Se antes n\u00e3o havia, agora haver\u00e1 com abund\u00e2ncia.<\/p>\n<p>A responsabilidade pesa mais sobre cada conservador. A Igreja est\u00e1 pronta, e no momento exato, para pensar em Miss\u00e3o. Antes havia maior necessidade de cada membro ser mission\u00e1rio, e ainda deve ser, mas agora, al\u00e9m de ser mission\u00e1rio, cada um deve pensar em ver a Igreja mantendo uma miss\u00e3o, primeiramente nacional e depois internacional. A p\u00e1tria precisa receber o mesmo evangelho de Simonton e outros da primitiva miss\u00e3o no Brasil. Nossos patr\u00edcios devem receber o evangelho puro e cristalino dos l\u00e1bios de mission\u00e1rios presbiterianos conservadores.<\/p>\n<p>Para isso precisamos pensar em:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CONTRIBUI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A Igreja Primitiva necessitou desta coopera\u00e7\u00e3o por parte de seus membros. Para muitos o assunto \u00e9 um espinho na carne. No entanto, \u00e9 uma primordial necessidade. Se pensarmos em miss\u00e3o, sem nos voltar para a liberalidade financeira, \u00e9 estarmos a fazer castelos de areia; ser\u00e1 apenas sonhos e imagina\u00e7\u00f5es pueris. Deus n\u00e3o faz aquilo que o homem pode fazer e isso n\u00f3s podemos. Esquecermo-nos desse pormenor, na vida da igreja militante, \u00e9 parar at\u00e9 sermos sugados, como o \u00e9 a \u00e1gua represada pela evapora\u00e7\u00e3o, e desaparecermos entre nuvens de impossibilidades. Agora mais do que nunca se faz mister, n\u00e3o somente ser convertido o nosso cora\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m os nossos bolsos. A subida vertiginosa do custo de vida se faz sentir em todos os setores. N\u00e3o podemos deixar a igreja para o \u00faltimo plano, como aquele setor que merece menos financeiramente falando. A fase em que passamos agora \u00e9 decisiva: ou haver\u00e1 contribui\u00e7\u00e3o suficiente ou sucumbiremos em meio a esse avan\u00e7o. Esse passo que est\u00e1 sendo dado por nossa denomina\u00e7\u00e3o, est\u00e1 a exigir at\u00e9 mesmo o sacrif\u00edcio de cada conservador. Ela precisa do apoio financeiro total de cada um. Seja a oferta de um Barnab\u00e9 (At 4.36,37), ou seja a d\u00e1diva de uma vi\u00fava pobre (Lc 21.2), ela tem que ser feita sem exce\u00e7\u00e3o, com amor, com alegria, certos de que estamos contribuindo para uma causa, que n\u00e3o \u00e9 nossa, mas do Senhor. Se Ele fez tudo por n\u00f3s, como n\u00e3o faremos o m\u00ednimo por Ele? Ecoa atrav\u00e9s dos s\u00e9culos, chamando-nos \u00e0 ordem a incisiva pergunta de Paulo: \u201cE como pregar\u00e3o, se n\u00e3o forem enviados?\u201d (Rm 10.15). Para que obreiros sejam enviados, se faz mister a nossa liberalidade. O c\u00edrculo vicioso precisa se quebrado, como o de quando se dizia: \u201cN\u00e3o contribuo, porque o pastor n\u00e3o visita.\u201d E a resposta era: \u201cN\u00e3o visito, porque preciso trabalhar secularmente, pois n\u00e3o h\u00e1 contribui\u00e7\u00e3o.\u201d Nesse mister tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio f\u00e9. Ali\u00e1s, n\u00e3o sendo por f\u00e9, \u00e9 pecado, pois diz o ap\u00f3stolo: \u201ctudo o que n\u00e3o \u00e9 de f\u00e9 \u00e9 pecado.\u201d Al\u00e9m disso, amados, n\u00e3o h\u00e1 t\u00e3o somente o sustento pastoral, mas o avan\u00e7o geral da denomina\u00e7\u00e3o. Compra de terrenos, constru\u00e7\u00f5es, semin\u00e1rio, jornal, etc,<\/p>\n<p>Quanta necessidade! Ningu\u00e9m vir\u00e1 tomar o nosso lugar e contribuir por n\u00f3s. O dever \u00e9 nosso, a responsabilidade \u00e9 nossa e, acima de tudo, o privil\u00e9gio \u00e9 nosso, porque n\u00e3o fazemos para n\u00f3s, mas para o Senhor, Damos ao Senhor aquilo que Ele pr\u00f3prio nos deu. Somos apenas mordomos de tudo quanto temos, seja o m\u00ednimo ou o m\u00e1ximo. A contribui\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica, isto \u00e9, com m\u00e9todo, \u00e9 a que devemos fazer. O Senhor disse aos fariseus: \u201cDeveis, por\u00e9m, fazer estas coisas e n\u00e3o <em>omitir aquelas<\/em>.\u201d (Mt 23.23). A que estava se referindo o Mestre dizendo: \u201ce n\u00e3o omitir aquelas?\u201d Ah! Est\u00e3o discutindo o d\u00edzimo: \u201cSe o Senhor o apoiou \u00e9 por sinal o melhor m\u00e9todo de contribui\u00e7\u00e3o. O Senhor nos d\u00e1 tudo e nos pede apenas uma part\u00edcula, seria muito o darmos uma parte e ficarmos com nove? Por outro lado, mesmo o d\u00edzimo exige amor de nossa parte.<\/p>\n<ol start=\"16\">\n<li>Paulo diz: \u201cConforme a sua prosperidade.\u201d (1Co 16.2). Outra vez diz: \u201cCada um contribua segundo prop\u00f4s no seu cora\u00e7\u00e3o; n\u00e3o com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama ao que d\u00e1 com alegria.\u201d (2Co 9.7).<\/li>\n<\/ol>\n<p>Este cap\u00edtulo maravilhoso, da segunda carta aos cor\u00edntios, tem um objetivo: mostrar o prop\u00f3sito e a excel\u00eancia da contribui\u00e7\u00e3o. O prop\u00f3sito \u00e9 o sustento da causa, a excel\u00eancia \u00e9 que \u00e9 um dom de Deus. Dom que todos t\u00eam. N\u00e3o \u00e9 privil\u00e9gio desse ou daquele, mas, diz o ap\u00f3stolo: \u201cCada um\u201d; n\u00e3o \u00e9 um peso, um fardo, uma lei severa, mas tudo depende da vontade de cada um para p\u00f4r em pr\u00e1tica esse dom e p\u00f4-lo com liberalidade. A obra espera o desenvolvimento desse dom e n\u00f3s o executamos, quando o amor pela mesma cresce em nossos cora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Nesse mister precisamos estar unidos e coesos. Falemos, pois, em:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>UNI\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Nesse ano hist\u00f3rico da denomina\u00e7\u00e3o, em que o Presbit\u00e9rio Conservador se desmembrou em tr\u00eas setores presbiteriais, isto \u00e9, Presbit\u00e9rio de S\u00e3o Paulo, Presbit\u00e9rio do Centro e Presbit\u00e9rio do Paran\u00e1, houve uma aparente separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>H\u00e1, ainda que de modo quase impercept\u00edvel, uma ligeira tend\u00eancia no meio conservador, no sentido de que cada lado deve viver isolado ou totalmente separado. Enquanto que a verdade \u00e9 bem outra: Nunca precisamos estar mais coesos. Tudo depende de nossa uni\u00e3o agora, para que o \u00eaxito, alcan\u00e7ado com tanto hero\u00edsmo at\u00e9 o momento, seja muito maior para o futuro. Nada de bairrismo no seio da denomina\u00e7\u00e3o. Aquele Presbit\u00e9rio n\u00e3o deve ser olhado como o mais rico ou mais poderoso, nem este como o mais pobre e fraco. Olhemos de cima e vejamos uma pe\u00e7a s\u00f3, homog\u00eanea, para um prop\u00f3sito: lutar pela \u201cf\u00e9 que uma vez foi dada aos santos\u201d. Vamos nos separar para melhor a\u00e7\u00e3o e avan\u00e7o. Somos colunas que marcharemos separados para um objetivo central, um alvo definido. Em muitas batalhas de duas frentes, o ex\u00e9rcito de Israel d\u00f3i dividido, mas as divis\u00f5es estavam prontas a socorrer-se mutuamente. N\u00e3o podemos deixar por menos, para avan\u00e7armos em todas as frentes. \u00c9 mister que nossas m\u00e3os estejam seguras umas \u00e0s outras, que cerremos fileiras ao redor do Salvador.<\/p>\n<p>Esta tr\u00edade tem que avan\u00e7ar unida, como marchou o Presbit\u00e9rio Conservador. A denomina\u00e7\u00e3o s\u00f3 ter\u00e1 for\u00e7as, s\u00f3 avan\u00e7ar\u00e1 marchando como um todo, um s\u00f3 corpo, agindo para a gl\u00f3ria de Cristo Jesus, Senhor nosso.<\/p>\n<p>Para sermos vitoriosos n\u00e3o devemos deixar que Satan\u00e1s nos divida por meio de id\u00e9ias e preconceitos.<\/p>\n<p>H\u00e1 um marco bem interessante, que centraliza o nosso pensamento: a casa de profetas. Dali obreiros est\u00e3o saindo, ali os nossos olhos est\u00e3o colocados. O Semin\u00e1rio \u00e9 como aquela pedra preciosa, engastada numa j\u00f3ia tripartida. Recebemos refor\u00e7os de um s\u00f3 lugar, de um mesmo centro e porque n\u00e3o avan\u00e7armos unidos, sem queixas, ci\u00fames e preconceitos.<\/p>\n<p>O S\u00ednodo \u00e9 outro marco da uni\u00e3o. Nele estreitaremos os nossos la\u00e7os. Por ele vemos e sentimos que n\u00e3o estamos separados. Sim, amados, para a gl\u00f3ria do Senhor, e unidos, \u00e9 que n\u00f3s anunciaremos a necessidade da:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FIRMEZA DOUTRIN\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 uma verdadeira guerra contra a nossa posi\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria. Nosso jornal \u00e9 atacado com veem\u00eancia em todas as oportunidades, devido ao seu ardor combativo. Combatemos sim, lutamos sim, mas contra a hidra odienta da incredulidade e do falso ecumenismo. Por mais que isso venha ferir as posi\u00e7\u00f5es e atitudes de outras denomina\u00e7\u00f5es, n\u00e3o podemos estar em conveni\u00eancia com elas. Para isso, e por causa disso, a denomina\u00e7\u00e3o conservadora nasceu com firmeza doutrin\u00e1ria. A luta \u00e9 ferrenha, \u00e1rdua, espinhosa.<\/p>\n<p>O assunto torna-se muitas vezes frio e aparentemente incompreens\u00edvel, todavia \u00e9 preciso prosseguir. N\u00e3o podemos perder de vista a linha de Bento Ferraz que lutou at\u00e9 o fim e ainda hoje os seus inimigos o incriminam por sua atitude firme, resoluta, crist\u00e3, quanto \u00e0 posi\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria. Outros vieram lutando, enfrentando at\u00e9 processos judici\u00e1rios, pelo destemor que tiveram em apontar o erro, estivesse onde quer que fosse. No presente, a nossa posi\u00e7\u00e3o deve ser a mesma. As doutrinas essenciais das Escrituras n\u00e3o podem ser mudadas e submetidas ao simples capricho da chamada discuss\u00e3o intelectual, ou de outro nome qualquer. A doutrina b\u00edblica tem certas verdades que n\u00e3o podem sofrer san\u00e7\u00f5es humanas, porque s\u00e3o completas em si. N\u00e3o podemos negar as Escrituras, tentando uma reconcilia\u00e7\u00e3o com as trevas e o pecado. Deixar o Senhor em segundo plano, para nos submetermos a caprichos de id\u00e9ias humanas, \u00e9 inconceb\u00edvel. A inspira\u00e7\u00e3o das Escrituras no seu todo \u00e9 um fato que n\u00e3o podemos duvidar. Negar esse fato \u00e9 perdermos a nossa confian\u00e7a nas Escrituras Sagradas, como \u201c\u00fanica regra de f\u00e9 e pr\u00e1tica\u201d.<\/p>\n<p>Releg\u00e1-la a segundo plano ou coloc\u00e1-las em igualdade com obras e decretos humanos, \u00e9 cairmos num abismo de id\u00e9ias humanas e contradit\u00f3rias. Por outro lado, s\u00e3o intoc\u00e1veis, por qualquer id\u00e9ia negativista, as doutrinas, as doutrinas do nascimento virginal de Cristo, sua divindade, seu sacrif\u00edcio na cruz, que soa fatos t\u00e3o claros e precisos nas Sagradas Escrituras, que ningu\u00e9m em s\u00e3 consci\u00eancia tem o direito de contestar conforme o seu pr\u00f3prio alvitre. Nossa posi\u00e7\u00e3o \u00e9 firmeza doutrin\u00e1ria e n\u00e3o pode ser empanada com nuvens que trazem, na sua fronte, como diadema multicolorido e belo, as id\u00e9ias de pacifismo, de conviv\u00eancia com aqueles que n\u00e3o s\u00e3o apenas nossos inimigos, mas principalmente advers\u00e1rios do Senhor, que, como os fariseus no passado, querem tirar-lhe o verdadeiro lugar.<\/p>\n<p>Nossa posi\u00e7\u00e3o deve ser clara e precisa, apontar o erro onde ele estiver, levar mensagens positivas contra o pecado e provar a santifica\u00e7\u00e3o no seio do povo de Deus. Temos uma regra \u00fanica a seguir: a B\u00edblia e fora dela nada mais nos restaria a fazer se n\u00e3o nos tornarmos incr\u00e9dulos ou ateus. O romanismo acena com o falso ecumenismo, coberto, velado, mas tem no seu bojo, por tr\u00e1s de sua pretensa paz, a trai\u00e7\u00e3o e o \u00f3dio, porque, embora a roupagem esteja se mudando, o interior \u00e9 o mesmo ego\u00edsta, prepotente, idol\u00e1trico e anti-b\u00edblico. Em nossa posi\u00e7\u00e3o firmemo-nos bem, n\u00e3o saiamos da trincheira, porque pugnamos n\u00e3o para n\u00f3s, por\u00e9m para Cristo Jesus, Senhor nosso. Para que a firmeza doutrin\u00e1ria alcance o seu objetivo em n\u00f3s e nos demais, precisamos viv\u00ea-la, vivendo-a estaremos dando:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>TESTEMUNHO<\/strong><\/p>\n<p>O Filho de Deus, momentos antes de ser assunto aos c\u00e9us, deu uma ordem aos Seus disc\u00edpulos, que reboa pelas caladas dos s\u00e9culos at\u00e9 n\u00f3s: \u201cSer-me-eis testemunhas.\u201d Longe de ser isto um fardo insustent\u00e1vel pelo peso. \u00c9 um indiz\u00edvel privil\u00e9gio sermos testemunhas de Jesus.<\/p>\n<p>Como crist\u00e3os, tomamos aqueles lugares deixados pelos primeiros her\u00f3is da f\u00e9, que j\u00e1 descansaram no Senhor. O cristianismo \u00e9 o mesmo, mas aqueles que envergam esta nome t\u00e3o distinto e honroso, s\u00e3o bem diferentes. Est\u00e1 havendo um certo abandono quanto ao testemunho dos fi\u00e9is. As igrejas, no af\u00e3 de prender a mocidade no seu seio e tir\u00e1-la do mundo, trazem o mundo para dentro delas. J\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 aquela diferen\u00e7a primordial entre um crente e um estranho ao evangelho.<\/p>\n<p>Contam as mesmas anedotas picantes; fazem os mesmos neg\u00f3cios esp\u00farios; participam das mesmas divers\u00f5es mundanas; bebem as mesmas bebidas alco\u00f3licas; em suma, agem tal qual o mundano. Os mesmos v\u00edcios, as mesmas a\u00e7\u00f5es, os mesmos passos. Onde a diferen\u00e7a? Onde a luz brilhando? Onde o sal conservando?<\/p>\n<p>A luz torna-se trevas e o sal ins\u00edpido, tudo num abandono mal\u00e9fico e pernicioso para a igreja. N\u00e3o, amados, voltemos para a B\u00edblia, obede\u00e7amos a vontade do Senhor, hajamos neste presente s\u00e9culo como diz o ap\u00f3stolo: \u201cS\u00f3bria, justa e piamente.\u201d (Tt 2.12). \u201cE n\u00e3o comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as.\u201d (Ef 5.11).<\/p>\n<p>\u201cE n\u00e3o vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renova\u00e7\u00e3o do vosso entendimento para que experimenteis qual seja a boa, agrad\u00e1vel e perfeita vontade de Deus.\u201d (Rm 12.2). At\u00e9 nos dias atuais, as influ\u00eancias ben\u00e9ficas das a\u00e7\u00f5es de Jo\u00e3o Calvino, se fazem sentir em Genebra, a metr\u00f3pole cujos habitantes colocam an\u00fancios procurando o dono do dinheiro encontrado.<\/p>\n<p>Por que? A\u00e7\u00e3o humana simplesmente? N\u00e3o, mas a luz aurifulgente do evangelho iluminando cada cora\u00e7\u00e3o. Assim deve ser a nossa a\u00e7\u00e3o, deixar que Cristo viva em n\u00f3s e de tal maneira que digamos como o ap\u00f3stolo: \u201cN\u00e3o mais eu, mas Cristo vive em mim\u201d. Para renovarmos o nosso entendimento \u00e9 preciso que deixemos o Esp\u00edrito Santo agir em n\u00f3s; que vivamos uma vida cada vez mais santificada, \u201cevitando o mal e a apar\u00eancia do mal.\u201d Como conservadores, temos n\u00e3o somente de ensinar a doutrina, mas aplic\u00e1-la em nossas vidas em nosso viver di\u00e1rio. Ao lermos o cap\u00edtulo tr\u00eas de Colossenses, quantos preceitos encontramos para o nosso viver crist\u00e3o.<\/p>\n<p>Lembremo-nos de que a santifica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma obra de Deus em n\u00f3s e nesta obra podemos atuar com Deus pela obedi\u00eancia, pela submiss\u00e3o, recebendo em nossos cora\u00e7\u00f5es a sua Palavra e procurando coloc\u00e1-la em pr\u00e1tica. Se vivermos em santifica\u00e7\u00e3o e honra, estamos dando o nosso testemunho, vivendo o nosso testemunho, testificando que realmente Cristo vive em n\u00f3s. Glorifiquemos o nosso Salvador, procurando viver como crist\u00e3os e assim faremos jus ao nosso ardor doutrin\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Concluamos, lembrando-nos de que, como j\u00e1 disse algu\u00e9m: \u201c\u00c9 de joelhos que a igreja marcha.\u201d A ora\u00e7\u00e3o \u00e9 o d\u00ednamo que move o crente, j\u00e1 se disse. Acima de tudo est\u00e1 a exorta\u00e7\u00e3o do Senhor. \u201cVigiai e orai.\u201d O ap\u00f3stolo ensina a Tim\u00f3teo: \u201cQuero, pois, que os homens orem em todo o lugar, levantando m\u00e3os santas, sem ira nem contenda.\u201d (1Tm 2.8)<\/p>\n<p>Na miss\u00e3o gloriosa de evangeliza\u00e7\u00e3o temos o enf\u00e1tico \u201cIde\u201d de Jesus. N\u00e3o percamos a vis\u00e3o mission\u00e1ria e assim estaremos cumprindo o objetivo do Senhor.<\/p>\n<p>Unamo-nos de norte a sul, de leste a oeste \u201csem ira nem contenda\u201d, com o prop\u00f3sito inabal\u00e1vel de campe\u00f5es da peleja sagrada.<\/p>\n<p>Que a nossa firmeza doutrin\u00e1ria jamais seja empanada ou se desvie para a direita ou para a esquerda, mas caminhemos tendo os olhos fitos naquele que \u00e9 mais sublime do que os c\u00e9us, conforme as Escrituras. Vivendo pela doutrina, estaremos aptos a dar o nosso testemunho de batalhadores em um mundo cruel, que se desvia cada vez mais para longe do caminho de Deus. Nesses tempos atuais, quando o mundanismo, v\u00edcios e ru\u00edna moral adentram pelas portas das igrejas, levantemos o estandarte, mas com vidas puras, consagradas em todos os setores de nossas atividades cotidianas. Espalhemos a luz, vivendo na verdade cristalina do evangelho. N\u00e3o nos esque\u00e7amos de p\u00f4r em pr\u00e1tica o dom que o apostolo S\u00e3o Paulo chamou de \u201cdom inef\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p>Ajudemos com os nossos bolsos a obra que est\u00e1 a nossa responsabilidade.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o setor em que n\u00e3o apenas podemos, mas que necessitamos de ser liberais. Ao desfraldarmos a bandeira do S\u00e9culo XX nos tr\u00eas Presbit\u00e9rios, cantemos com Lutero: \u201cCastelo Forte \u00e9 o nosso Deus \/ Espada e bom escudo \/ Com seu poder defende os seus \/ Em todo transe agudo.\u201d Am\u00e9m.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PASTORAL \u2013 1965 &nbsp; Rev. Antonio Gon\u00e7alves de Oliveira &nbsp; Prezados irm\u00e3os, \u201cSe n\u00e3o fora o Senhor que esteve ao nosso lado, ora diga Israel; se n\u00e3o fora o Senhor que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram contra n\u00f3s eles teriam ent\u00e3o nos engolido vivos, quando a sua ira se acendeu contra n\u00f3s.\u201d (Sl 124.1-3) Pela vontade humana, h\u00e1 muito que ter\u00edamos sucumbido. O prazer incontido do advers\u00e1rio seria ver-nos soterrados sob a avalanche dos nossos pr\u00f3prios problemas e dificuldades. N\u00e3o acreditavam, em nenhum instante, que um punhado de bravos pudesse manter bem alto, e por tanto tempo, o pend\u00e3o real colocado em suas m\u00e3os, devido a firmeza doutrin\u00e1ria que sucumbiu com a separa\u00e7\u00e3o de 1940. A verdade sublime do Salmo 20 salta aos nossos olhos, penetra em nossos cora\u00e7\u00f5es, falando \u00e0 nossa alma, quando encontramos nos vers\u00edculos set e oito: \u201cUns confiam em carros e outros<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>PASTORAL 1965 - IPCB<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1965\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"PASTORAL 1965 - IPCB\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"PASTORAL \u2013 1965 &nbsp; Rev. 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