{"id":2672,"date":"2017-06-28T21:39:16","date_gmt":"2017-06-28T21:39:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ipcb.org.br\/index\/?p=2672"},"modified":"2023-05-16T00:20:22","modified_gmt":"2023-05-16T00:20:22","slug":"pastoral-1983","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1983\/","title":{"rendered":"PASTORAL 1983"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">PASTORAL 1983<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Amados irm\u00e3os:<\/p>\n<p>\u201cQue a gra\u00e7a do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunh\u00e3o do Esp\u00edrito Santo sejam com todos v\u00f3s.\u201d\u00a0 (II Cor. 12.13)<\/p>\n<p>Quis a miseric\u00f3rdia de nosso bondoso Deus que a Igreja Presbiteriana Conservadora, \u00e0 qual pertenceis, vencesse mais um tri\u00eanio na sua trajet\u00f3ria vitoriosa e aben\u00e7oada, sob a bandeira do conservantismo doutrin\u00e1rio. 43 anos s\u00e3o decorridos desde o final da controv\u00e9rsia doutrin\u00e1ria no seio da Igreja m\u00e3e, da qual resultou a forma\u00e7\u00e3o desse novo ramo da Igreja de Cristo. \u00c9 mais uma vez o momento para a reflex\u00e3o, para a reafirma\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios, para a retomada de prop\u00f3sitos, para a delinea\u00e7\u00e3o de novos planos para o futuro. \u00c9, portanto, mister que lancemos nossos olhares para o passado, para o presente e para o futuro, a fim de que conhe\u00e7amos bem nossa heran\u00e7a, verifiquemos nossa condi\u00e7\u00e3o atual e compreendamos nossas possibilidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FIRMEZA DOUTRIN\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p>Jamais devemos perder de vista nossa origem. Somos uma igreja que surgiu no seio do evangelismo nacional em fun\u00e7\u00e3o de uma causa: a da <u>ortodoxia<\/u>. Temos a denomina\u00e7\u00e3o de \u201ccrentes presbiterianos conservadores\u201d. O primeiro adjetivo nos qualifica como membros da grande fam\u00edlia dos que foram redimidos pelo sangue do Senhor Jesus Cristo e a Ele procuram seguir. O segundo nos coloca ao lado daqueles que t\u00eam a F\u00e9 Reformada, que professam o Calvinismo como sistema e modo de interpreta\u00e7\u00e3o das Escrituras Sagradas. O terceiro, por sua vez, identifica a nossa m\u00edstica, a de sermos uma igreja rigorosamente ortodoxa.<\/p>\n<p>Essa m\u00edstica est\u00e1 muito bem expressa no item 3 da Introdu\u00e7\u00e3o Geral de nossa Constitui\u00e7\u00e3o e Ordem, que diz: \u201cA Igreja tem como princ\u00edpio denominacional o reconhecimento de que a ado\u00e7\u00e3o rigorosa e a defesa intransigente das doutrinas reveladas nas Santas Escrituras e sistematizada nos S\u00edmbolos de F\u00e9 por ela aceitos, constituem a base fundamental de toda a vida crist\u00e3, o motivo \u00fanico e permanente de sua prega\u00e7\u00e3o e o caminho natural de conduzir o homem \u00e0 salva\u00e7\u00e3o em Cristo. \u00c9, pois, uma igreja rigorosamente ortodoxa; e, por for\u00e7a disto, declara incompat\u00edvel com\u00a0 a profiss\u00e3o de f\u00e9 evang\u00e9lica, a aceita\u00e7\u00e3o de qualquer sistema filos\u00f3fico ou religioso que pretenda atingir os mesmos objetivos do Cristianismo, por outros meios que n\u00e3o sejam apenas os estabelecidos pela Palavra de Deus. Dentre os sistemas filos\u00f3ficos condenados pela Igreja, destaca-se a Ma\u00e7onaria, a cujas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o devem pertencer os seus membros.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DOGMATISMO SEM SECTARISMO<\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 a nossa posi\u00e7\u00e3o denominacional \u2013 dogmatismo nas doutrinas fundamentais da Palavra de Deus. Todavia, esta posi\u00e7\u00e3o est\u00e1 longe de representar um apego \u00e0quele tipo de dogmatismo apenas formal, sem vida, que leva a um sectarismo presun\u00e7oso e atrofiante. N\u00e3o foi esse o esp\u00edrito que caracterizou os ideais de nossos lideres de 1940. Isto \u00e9 claramente visto nas palavras do \u201cManifesto da Igreja Presbiteriana Conservadora de S\u00e3o Paulo \u00e0s Igrejas Evang\u00e9licas do Brasil\u201d, de 18 de fevereiro de 1940, documento esse que serviu para delinear a posi\u00e7\u00e3o da Igreja que deu origem \u00e0 denomina\u00e7\u00e3o, perante o mundo evang\u00e9lico brasileiro. Sobre a posi\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria da Igreja, diz o manifesto: \u201cEsta nova Igreja \u00e9, sem d\u00favida, o fruto de um acendrado apego \u00e0 doutrina. N\u00e3o seguimos o formalismo religioso que orienta a personalidade para simples aceita\u00e7\u00e3o intelectual de determinadas verdades, que permanecem, todavia, est\u00e9reis e improdutivas. Longe disso, reconhecemos a exata posi\u00e7\u00e3o do dogma na vida religiosa e a imprescind\u00edvel necessidade da defesa da doutrina como uma das condi\u00e7\u00f5es essenciais para o estabelecimento daquela vida. Este \u00e9 o real ensino de Cristo.<\/p>\n<p>Assim sendo, queremos que\u00a0 a nossa posi\u00e7\u00e3o no seio do Evangelismo Nacional se caracterize por uma atitude construtiva e de defesa aos princ\u00edpios fundamentais do Cristianismo, tais como entendem a Confiss\u00e3o de F\u00e9 e os Catecismos de Westminster (tradu\u00e7\u00e3o brasileira).<\/p>\n<p>Pregando ardorosamente o Evangelho de Cristo aos pecadores, como sendo este Evangelho (a doutrina) o \u00fanico meio de conduzir os homens a Cristo \u2013 o Salvador, cerraremos fileiras em torno da ortodoxia e montaremos guarda, sempre alerta, \u00e0 sua conserva\u00e7\u00e3o integral. Por isso, queremos ser chamados ser chamados de presbiterianos conservadores.<\/p>\n<p>N\u00e3o inclue, a denomina\u00e7\u00e3o que escolhemos para caracterizar a nossa humilde Igreja, a id\u00e9ia\u00a0 de que os demais ramos do protestantismo, que dignamente militam em nossa P\u00e1tria, n\u00e3o defendem, com firmeza, a integridade do dogma. Essa denomina\u00e7\u00e3o tem o objetivo de afirmar a nossa origem hist\u00f3rica; afirmar que nascemos de um movimento de defesa \u00e0 ortodoxia. \u00c9, al\u00e9m disso, a condena\u00e7\u00e3o de um programa que nos impusemos. \u00c9, mais ainda, o levantamento de uma m\u00edstica em torno da qual queremos formar a alma coletiva deste pugilo de idealistas que pretendem ocupar um lugar no grande ex\u00e9rcito de Cristo.<\/p>\n<p>\u00c9 assim que queremos ser compreendidos. Tudo faremos para merecer essa compreens\u00e3o.\u201d (\u201cO Presbiteriano Conservador\u201d, de 28 de mar\u00e7o de 1940, Ano I, n\u00ba 1).<\/p>\n<p>O espirito que caracterizou a primeira Igreja Presbiteriana Conservadora a ser organizada, e que moldou o pensamento e a posi\u00e7\u00e3o da federa\u00e7\u00e3o eclesi\u00e1stica que pouco depois veio a ser constitu\u00edda com o mesmo nome, naquele mesmo ano de 1940, pode-se ver claramente, foi o dogmatismo atuante, positivo e frut\u00edfero, n\u00e3o o do simples formalismo religioso ou doutrin\u00e1rio. N\u00e3o se pretendeu isolar a Igreja como ramo \u00fanico da videira, ou membro \u00fanico do corpo. Pretendeu-se, pelo contrario, constituir um ramo leg\u00edtimo da Igreja de Cristo, o mais puro poss\u00edvel, para atuar atrav\u00e9s dele em todo o corpo e cumprir com ele a miss\u00e3o imprescind\u00edvel de frutificar. Rigor na ortodoxia, sim! Sectarismo, n\u00e3o! Somos desde 1940 uma igreja fundamentalista, fundamentalismo esse que a pastoral da primeira reuni\u00e3o do Presbit\u00e9rio da Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil, em 29 de junho de 1940, denominou de \u201cOrtodoxia Conservadora\u201d. Essa posi\u00e7\u00e3o \u00e9 esperada e exigida n\u00e3o s\u00f3 de nossos ministros e presb\u00edteros, mas\u00a0 igualmente de cada crente. Tem ela, pela gra\u00e7a de Deus, sido mantida fielmente at\u00e9 aqui, e o ser\u00e1 enquanto a Igreja for vigilante e zelosa de sua origem hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>VIGIL\u00c2NCIA<\/strong><\/p>\n<p>A vigil\u00e2ncia tem sido o segredo dessa firmeza \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de origem. Cumpre, portanto, que continuemos vigilantes. Na pastoral do 1\u00ba Presbit\u00e9rio Conservador, j\u00e1 mencionada, tr\u00eas medidas s\u00e3o sugeridas para a manuten\u00e7\u00e3o dessa firmeza: \u201c1) Instru\u00e7\u00e3o permanente dos p\u00falpitos e das escolas dominicais, acerca da import\u00e2ncia estrutural da doutrina da vida religiosa, que \u00e9 o princ\u00edpio distintivo da Igreja Conservadora. \u00c9 indispens\u00e1vel detida aten\u00e7\u00e3o ao estudo dos princ\u00edpios\u00a0 da nossa incompar\u00e1vel Confiss\u00e3o de F\u00e9. 2) Preparo de todos os atuais presb\u00edteros e di\u00e1conos no sentido de poderem aceitar inteligentemente, e n\u00e3o apenas pr\u00f3-forma, os s\u00edmbolos de Westminster. Esse preparo pode ser feito por meio de cursos baseados na Confiss\u00e3o de F\u00e9. 3) Forma\u00e7\u00e3o de classes de catec\u00famenos em todas as igrejas, de modo a n\u00e3o se apresentar mais ningu\u00e9m \u00e0 admiss\u00e3o como membro sem ter passado por uma prepara\u00e7\u00e3o doutrinaria adequada.\u201d (\u201cO Presbiteriano Conservador\u201d , julho de 1940, Ano I, N\u00ba 5).<\/p>\n<p>Tivesse a Igreja, j\u00e1 naquele primeiro ano, o seu Semin\u00e1rio, e sem d\u00favida as recomenda\u00e7\u00f5es maiores seriam a respeito da instru\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica a ser dada aos futuros ministros. Uma igreja s\u00f3 continua doutrinariamente pura quando o ensino que \u00e9 ministrado aos seus futuros pastores for puro. O Semin\u00e1rio, visto sob esse prisma, \u00e9 a vertente de onde sair\u00e1 a \u00e1gua cristalina da ortodoxia crist\u00e3, ou ent\u00e3o, a fonte de todas as correntes polu\u00eddas do liberalismo, da neo-ortodoxia, do libertacionismo e de todas as filosofias e doutrinas humanas. Devemos ser gratos a Deus por termos um Semin\u00e1rio onde a Palavra de Deus \u00e9 crida e honrada como tal, onde a vida crist\u00e3 \u00e9 enfatizada, onde as doutrinas fundamentais das Escrituras soa ensinadas na sua simplicidade e profundidade, e onde o princ\u00edpio reformada da soberania de Deus \u00e9 exaltado.<\/p>\n<p>Louvamos a Deus por ter concedido a essa Igreja a gra\u00e7a de manter o esp\u00edrito de fidelidade doutrin\u00e1ria daquele primeiro \u201cpugilo de idealistas\u201d. Que essa posi\u00e7\u00e3o, todavia, nunca nos venha a encher de vangl\u00f3ria ou presun\u00e7\u00e3o diante dos demais ramos da Igreja de Cristo, especialmente diante daqueles que hoje, mais do que no passado, est\u00e3o se deixando levar por \u201cesp\u00edritos enganadores\u201d e \u201cdoutrinas de homens\u201d. Pelo contr\u00e1rio, que Deus nos d\u00ea um cont\u00ednuo esp\u00edrito de temor e de humildade diante de Sua presen\u00e7a, de completa depend\u00eancia da Sua soberana gra\u00e7a e de profundo respeito \u00e0 Sua Santa Palavra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>UNIDADE DE PENSAMENTO E PROP\u00d3SITOS<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o devemos nos esquecer, todavia, de que precisamos de vigil\u00e2ncia n\u00e3o s\u00f3 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 posi\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria, mas tamb\u00e9m quanto \u00e0 unidade denominacional. Somos uma denomina\u00e7\u00e3o regida pelos princ\u00edpios do Presbiterianismo, onde impera a norma democr\u00e1tica de que as decis\u00f5es dos conc\u00edlios devem ser obedecidas por todos. Essa regra \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o primordial para a unidade e paz da Igreja. Cremos que os conc\u00edlios, embora flex\u00edveis, s\u00e3o os \u00f3rg\u00e3os pelos quais Deus manifesta a Sua vontade para com a Igreja, como organiza\u00e7\u00e3o. Por esta raz\u00e3o, as decis\u00f5es que eles tomam, dentro de sua esfera de compet\u00eancia , precisam ser acertadas.<\/p>\n<p>Foi assim que a Igreja primitiva viu as decis\u00f5es conciliares \u2013 como um parecer do Esp\u00edrito Santo. Em Atos 15.28, a decis\u00e3o do Conc\u00edlio de Jerusal\u00e9m (o primeiro Presbit\u00e9rio da Igreja primitiva) \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 obra do pr\u00f3prio Esp\u00edrito, quando \u00e9 dito: \u201cPois pareceu bem ao Esp\u00edrito e a n\u00f3s n\u00e3o vos impor maior encargo al\u00e9m destas cousas essenciais.\u201d No v. 6 lemos que a quest\u00e3o fora examinada pelos ap\u00f3stolos e pelos presb\u00edteros, em reuni\u00e3o.<\/p>\n<p>Nossas prefer\u00eancias ou opini\u00f5es pessoais precisam estar subordinadas, quer como ministros, presb\u00edteros, di\u00e1conos ou membros, aos interesses maiores e de car\u00e1ter geral da denomina\u00e7\u00e3o. Para haver crescimento harm\u00f4nico e uniforme de todo o corpo eclesi\u00e1stico, \u00e9 mister que os interesses gerais da denomina\u00e7\u00e3o tenham prioridade sobre os locais. Nenhuma igreja local ser\u00e1 bem estruturada se todo o corpo denominacional n\u00e3o estiver bem estruturado. Para citar apenas exemplo, nenhuma igreja local ter\u00e1 pastor se n\u00e3o houver semin\u00e1rios para form\u00e1-los. Cumpre que cada igreja local e congrega\u00e7\u00e3o presbiterial assumir a sua parcela de responsabilidade na manuten\u00e7\u00e3o das Institui\u00e7\u00f5es da Igreja, para que algumas poucas n\u00e3o fiquem sobrecarregadas pela omiss\u00e3o da demais. Temos presbit\u00e9rios deficit\u00e1rios que precisam ser mantidos pelos mais fortes. As institui\u00e7\u00f5es sinodais tais como o Semin\u00e1rio, \u00f3rg\u00e3o oficial, caixa de sustento dos jubilados, etc., est\u00e3o a exigir mais fidelidade de todos os setores da seara conservadora. Juntemos todas as nossas for\u00e7as e coloquemos todos o cora\u00e7\u00e3o no ideal comum! Pensemos concordemente!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DILIG\u00caNCIA E ZELO<\/strong><\/p>\n<p>Em Romanos 12.6-8 lemos sobre a diversidade dos dons. A Igreja \u00e9 servida atrav\u00e9s dos diversos dons que o Esp\u00edrito lhe d\u00e1. A \u00eanfase, porem, est\u00e1 n\u00e3o propriamente nos dons, mas no modo de exerc\u00ea-los. Deus requer diligencia e dedica\u00e7\u00e3o de todos os Seus filhos, no exerc\u00edcio de suas fun\u00e7\u00f5es. Sejam os deveres de um membro da Igreja para com a sua comunidade, sejam os deveres dos di\u00e1conos, dos presb\u00edteros ou dos ministros, de todos \u00e9 exigida a dedica\u00e7\u00e3o. Fidelidade no uso do dom, \u00e9 a palavra de ordem! Particularmente aqueles que est\u00e3o\u00a0 em posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a, espera-se que sejam o exemplo do rebanho. Nesse car\u00e1ter, a atua\u00e7\u00e3o do ministro \u00e9 fundamental. Sua responsabilidade \u00e9 maior por estar \u00e0 frente do povo de Deus. Seja, portanto, os ministros, zelosos no desempenho de sua fun\u00e7\u00e3o, dedicando-se realmente \u00e0 Palavra de Deus e \u00e0 ora\u00e7\u00e3o, preparando devidamente suas mensagens e ungindo-as com o poder do alto para alimentar bem o rebanho de Cristo, visitando as ovelhas, especialmente as que precisam de maiores cuidados, e n\u00e3o se descuidando da disciplina pessoal e de boa conduta diante dos homens. \u201cTem cuidado de ti mesmo\u201d, \u00e9 a exorta\u00e7\u00e3o de Paulo ao pastor Tim\u00f3teo. Os presb\u00edteros, por sua vez, que governem bem, seja verdadeiros\u00a0 companheiros dos ministros na administra\u00e7\u00e3o da Igreja, exemplos de piedade, n\u00e3o sobrecarregando os ministros com tarefas que possam eles mesmos executar, para a boa divis\u00e3o do trabalho. Os di\u00e1conos, que seja fi\u00e9is e criteriosos na aplica\u00e7\u00e3o dos recursos financeiros, sol\u00edcitos na pr\u00e1tica da benefic\u00eancia e tamb\u00e9m exemplos de f\u00e9 e piedade, conforme o modelo de Atos 6.3. Os membros, que sejam fi\u00e9is no cumprimento dos votos que assumiram ao professarem a f\u00e9, freq\u00fcentadores dos trabalhos regulares de sua igreja, piedosos, bons contribuintes e testemunhas atuantes do Senhor Jesus Cristo!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>VIS\u00c3O MISSION\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p>Temos ouvido freq\u00fcentemente a observa\u00e7\u00e3o de que a \u00eanfase na doutrina diminui o zelo pelo evangelismo. Essa \u00e9 uma vis\u00e3o distorcida da ortodoxia. Um dogmatismo formalista, que seja fim em si mesmo, pode levar a tal \u201cortodoxia\u201d est\u00e9ril e morta. N\u00e3o, por\u00e9m, a ortodoxia que constitui a raz\u00e3o de ser desta Igreja. Esta s\u00f3 pode levar ao grande zelo mission\u00e1rio e evangel\u00edstico que teve o ap\u00f3stolo Paulo, campe\u00e3o da ortodoxia e campe\u00e3o do evangelismo. Quem ousaria se comparar ao grande ap\u00f3stolo dos gentios em ardor evangel\u00edstico? Quem se diria mais zeloso na doutrina do que ele? O mesmo ap\u00f3stolo que disse: \u201cMas, ainda que n\u00f3s, ou mesmo um anjo vindo do c\u00e9u vos pregue evangelho que v\u00e1 alem do que vos temos pregado, seja an\u00e1tema\u201d, foi tamb\u00e9m o mesmo que disse: \u201cPois sou devedor tanto a gregos como a b\u00e1rbaros, tanto a s\u00e1bios como a ignorantes; por isso quanto est\u00e1 em mim, estou pronto a anunciar o evangelho tamb\u00e9m a v\u00f3s outros, em Roma\u201d. (Gl 1.8; Rm 1.14,15). Onde, portanto, a incompatibilidade entre o zelo doutrin\u00e1rio e o ardor evangel\u00edstico? A verdade \u00e9 que n\u00e3o podemos nos acomodar a uma \u00eanfase unilateral, pois a verdadeira doutrina leva \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A \u00eanfase na evangeliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o faltou tamb\u00e9m \u00e0 Igreja nos seus primeiros dias. Para comprovar isso, citamos literalmente as palavras da 1\u00aa pastoral apresentada a esta Igreja, de junho de 1940, a que j\u00e1 nos referimos anteriormente: \u201cA vossa atividade, irm\u00e3os queridos, deve caracterizar-se por um vivo esp\u00edrito mission\u00e1rio. A Igreja Conservadora quer ser pujante e forte, nos alicerces de sua ortodoxia inabal\u00e1vel. Para esse \u2018desideratum\u2019 ser atingido, fugi ao mal do proselitismo. Crescer pela admiss\u00e3o de membros de outras denomina\u00e7\u00f5es, obtidos pela propaganda dos nossos princ\u00edpios, n\u00e3o satisfaz inteiramente. \u00c9 o em Hist\u00f3ria Natural de chama de crescimento por aposi\u00e7\u00e3o, de fora para dentro. O que deveis aspirar \u00e9 o crescimento de dentro para fora, ou seja, intussuscep\u00e7\u00e3o. Este \u00e9 o dos seres vivos, enquanto que aquele \u00e9 dos minerais. A Igreja Conservadora surgiu para ser uma igreja viva. Para isso, s\u00e3o necess\u00e1rias convers\u00f5es de elementos estranhos ao meio evang\u00e9lico, tocados pela gra\u00e7a de Deus, mediante a instrumentalidade do trabalho mission\u00e1rio\u201d. (\u201cO Presbiteriano Conservador\u201d,\u00a0 julho de 1940, Ano I, N\u00ba 4).<\/p>\n<p>Quase 43 anos s\u00e3o passados desde que esse desafio foi lan\u00e7ado. \u00c9 for\u00e7oso reconhecer que esse \u201cdesideratum\u201d n\u00e3o foi totalmente atingido. O trabalho tem se desenvolvido a contento em algumas \u00e1reas, mas o mesmo n\u00e3o se pode dizer de todos os lugares onde o nosso testemunho j\u00e1 foi implantado. De fato, em alguns lugares, em vez de avan\u00e7o houve retrocesso. Sejamos humildes para reconhecer nossas falhas e mais prontos a obedecer a grande comiss\u00e3o: \u201cPortanto, ide, fazei disc\u00edpulos de todas as na\u00e7\u00f5es, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Esp\u00edrito Santo; ensinando-os a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado.\u201d (Mt 28.19). Fazer disc\u00edpulo (evangelizar), batizar (unir \u00e0 Igreja vis\u00edvel) e ensinar (doutrinar) \u00e9 a grande tarefa da Igreja, enquanto cumpre sua miss\u00e3o de testemunha de Deus na terra. \u00c9 not\u00e1vel como as tarefas de evangelizar e doutrinar est\u00e3o interligadas, neste texto!<\/p>\n<p>Precisamos estender nosso testemunho a outros estados da federa\u00e7\u00e3o, estabelecer n\u00facleos de trabalhos em grandes centros populacionais, para da\u00ed partirmos para um alcance do nosso territ\u00f3rio nacional. Precisamos ativar nossa Junta Mission\u00e1ria, para atingirmos regi\u00f5es mais isoladas e estabelecer trabalhos pioneiros.<\/p>\n<p>Precisamos tamb\u00e9m rogar ao Senhor da seara por mais obreiros. Os campos est\u00e3o realmente brancos. Onde est\u00e3o os obreiros? H\u00e1 algum tempo, temia-se que com a sa\u00edda das v\u00e1rias turmas de formandos do Semin\u00e1rio, n\u00e3o houvesse campo para todos. A realidade, por\u00e9m, totalmente inversa. O Semin\u00e1rio est\u00e1 formando ministros desde 1956, embora poucos, na verdade, e ainda n\u00e3o h\u00e1 pastores para todos os campos. Nossa tarefa \u00e9 pedir que Deus supra essas lacunas, despertando voca\u00e7\u00f5es no seio de nossa Igreja. A promessa de Cristo \u00e9 que Ele estar\u00e1 conosco at\u00e9 a consuma\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo (Mt 28.20). Nada h\u00e1 o que temer. Temos \u00e9 que obedecer!<\/p>\n<p>Finalizando, quer este S\u00ednodo expressar suas fraternais sauda\u00e7\u00f5es a todos os irm\u00e3os sob sua jurisdi\u00e7\u00e3o, exortando-os a permanecerdes firmes na posi\u00e7\u00e3o onde Deus nos tem colocado e lembrando a todos que \u00e9 ao Senhor, a quem servimos. \u201cPortanto, meus amados irm\u00e3os, sede firmes, inabal\u00e1veis, e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho n\u00e3o \u00e9 v\u00e3o\u201d. (1Co 15.58). O Senhor vos aben\u00e7oe e vos guarde! O Senhor vos fa\u00e7a frut\u00edferos na Sua obra! Am\u00e9m!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Limeira, 23 de janeiro de 1983<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Alves dos Santos<\/p>\n<p>Horace de Paula<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PASTORAL 1983 &nbsp; Amados irm\u00e3os: \u201cQue a gra\u00e7a do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunh\u00e3o do Esp\u00edrito Santo sejam com todos v\u00f3s.\u201d\u00a0 (II Cor. 12.13) Quis a miseric\u00f3rdia de nosso bondoso Deus que a Igreja Presbiteriana Conservadora, \u00e0 qual pertenceis, vencesse mais um tri\u00eanio na sua trajet\u00f3ria vitoriosa e aben\u00e7oada, sob a bandeira do conservantismo doutrin\u00e1rio. 43 anos s\u00e3o decorridos desde o final da controv\u00e9rsia doutrin\u00e1ria no seio da Igreja m\u00e3e, da qual resultou a forma\u00e7\u00e3o desse novo ramo da Igreja de Cristo. \u00c9 mais uma vez o momento para a reflex\u00e3o, para a reafirma\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios, para a retomada de prop\u00f3sitos, para a delinea\u00e7\u00e3o de novos planos para o futuro. \u00c9, portanto, mister que lancemos nossos olhares para o passado, para o presente e para o futuro, a fim de que conhe\u00e7amos bem nossa heran\u00e7a, verifiquemos nossa condi\u00e7\u00e3o atual e compreendamos nossas possibilidades. &nbsp;<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>PASTORAL 1983 - IPCB<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1983\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"PASTORAL 1983 - IPCB\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"PASTORAL 1983 &nbsp; 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