{"id":2678,"date":"2017-06-28T21:44:35","date_gmt":"2017-06-28T21:44:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ipcb.org.br\/index\/?p=2678"},"modified":"2023-05-16T00:19:03","modified_gmt":"2023-05-16T00:19:03","slug":"pastoral-2000","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-2000\/","title":{"rendered":"PASTORAL 2000"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">\u201cFirmando os Marcos Antigos\u201d<\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Pastoral \u2013 Julho de 2000<\/h2>\n<p style=\"text-align: right;\">Rev. Welerson Alves Duarte<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cFirmando os Marcos Antigos\u201d.<\/p>\n<p>\u201c<em>N\u00e3o removas os marcos antigos que puseram teus pais.\u201d<\/em> (Pv 22.28).<\/p>\n<p>Estamos distantes 60 anos de quando nossos pais puseram os marcos na funda\u00e7\u00e3o da Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil. Estes marcos estabeleceram a identidade desta igreja e assim d\u00e3o raz\u00e3o \u00e0 sua exist\u00eancia como denomina\u00e7\u00e3o. Nesses sessenta anos Deus tem levantado servos fi\u00e9is que batalharam pela f\u00e9. Muitos destes j\u00e1 partiram, tendo cumprido sua carreira. N\u00e3o poder\u00edamos deixar de mencionar ao menos aqueles que mais recentemente foram chamados pelo Senhor, como os Presbs. Sebasti\u00e3o Rodrigues dos Santos e Naul Steffen e, estando entre n\u00f3s nesta reuni\u00e3o, o Presb. Ricardo Krentzenstein Filho. Estes cumpriram sua carreira; n\u00f3s, por\u00e9m, aqui ainda estamos e n\u00e3o podemos esmorecer. Pesa sobre nossos ombros esta honrosa responsabilidade. Estamos \u00e0s portas do S\u00e9culo XXI e a Igreja de Cristo, por toda a face da terra, vem sofrendo grande press\u00e3o para que inova\u00e7\u00f5es sejam introduzidas. Algu\u00e9m j\u00e1 disse que nos anos passados a pr\u00e1tica da Igreja Reformada era praticamente uniforme em todas as partes do mundo, o que infelizmente j\u00e1 n\u00e3o se tem observado mais. Em nosso pa\u00eds, era poss\u00edvel identificar uma igreja por sua teologia, pr\u00e1tica, liturgia, etc.. Hoje, as igrejas t\u00eam se tornado cada vez mais iguais e isto n\u00e3o tem acontecido como fruto de amadurecimento ou avivamento, mas por imita\u00e7\u00e3o daquilo que grupos religiosos modernos t\u00eam praticado e que supostamente tem trazido a eles sucesso. Temos visto igrejas perdendo sua identidade na busca deste falso sucesso. A Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil n\u00e3o pode se deixar levar por esses modismos, n\u00e3o pode ceder \u00e0s press\u00f5es. \u00c9 preciso manter seus marcos antigos bem firmados, mesmo diante de tantas press\u00f5es, sejam elas externas ou at\u00e9 mesmo internas. J\u00e1 temos tantas igrejas iguais, por que ter\u00edamos mais uma? Como diz nossa \u00faltima pastoral, o momento n\u00e3o \u00e9 de cavar novos po\u00e7os \u00e0 procura de \u00e1gua nova, mas \u00e9 tempo de tirarmos os entulhos dos antigos e bebermos da antiga \u00e1gua. Vejamos alguns destes marcos: 1. Teologia \u2013 Muitos s\u00e3o os ventos de doutrina que t\u00eam tomado conta do cen\u00e1rio teol\u00f3gico. Igrejas outrora firmes na defesa da Teologia Reformada, infelizmente, t\u00eam se deixado levar por teologia da prosperidade, movimento de crescimento de igreja, G12, maldi\u00e7\u00f5es heredit\u00e1rias e outras. N\u00e3o podemos nos esquecer que nossa igreja surgiu exatamente num contexto de debate teol\u00f3gico. Cabe ent\u00e3o, diante da situa\u00e7\u00e3o, questionarmo-nos: Como est\u00e1 hoje a nossa amada igreja? Como est\u00e1 sua teologia? Como est\u00e1 nossa unidade doutrin\u00e1ria? No papel ainda somos coesos, mas podemos afirmar que o somos tamb\u00e9m na pr\u00e1tica?\u00a0 V\u00ea-se, pois,\u00a0 qu\u00e3o importante \u00e9 para a nossa igreja investir na sua Casa de Profetas, qu\u00e3o importante \u00e9 manter uma institui\u00e7\u00e3o que forme pastores dentro de uma unidade teol\u00f3gica s\u00f3lida e em condi\u00e7\u00f5es de batalhar contra os ventos de doutrina. V\u00ea-se tamb\u00e9m qu\u00e3o importantes s\u00e3o nossos encontros de l\u00edderes para que estejamos nos reciclando, e nos admoestando, com amor, uns aos outros, como nos adverte o autor da Ep\u00edstola aos Hebreus (Hb 10:25). V\u00ea-se ainda qu\u00e3o importante \u00e9 para cada ministro cumprir o que prometeu em sua formatura. Diz o compromisso: \u201cAo receber das m\u00e3os da Congrega\u00e7\u00e3o do Semin\u00e1rio Presbiteriano Conservador o diploma que me habilita a candidatar-me ao santo minist\u00e9rio, comprometo-me a ser um servo fiel da Palavra de Deus e a prosseguir nos estudos da mesma e nos estudos teol\u00f3gicos e a depor aos p\u00e9s de Jesus Cristo, meu Deus e meu Salvador, e ao servi\u00e7o da Sua igreja todas as conquistas do saber que me forem concedidas pela munific\u00eancia divina.\u201d Com as palavras acima cada ministro se comprometeu, entre outras coisas, a continuar estudando a Palavra de Deus e a sua teologia. \u00c9 mister que os ministros cumpram com seu compromisso, para que com uma Igreja devidamente ensinada, tenhamos a esperan\u00e7a de haver sempre entre n\u00f3s quem nos aponte os marcos, para que n\u00e3o nos afastemos deles. Nossa igreja surgiu exatamente num momento em que uma doutrina estranha estava sendo tolerada pela igreja m\u00e3e. Remover os marcos teol\u00f3gicos de nossa igreja implica descaracterizar a Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil. 2. Liturgia \u2013 A cada dia que passa temos visto, em grupos religiosos, o culto ser transformado em um show. Deus tem deixado de ser o centro do culto, lugar este que tem sido ocupado pelo homem. O culto tem deixado de ser um ato de adora\u00e7\u00e3o para se transformar em entretenimento. Infelizmente, o objetivo n\u00e3o tem sido mais o de adorar a Deus, o de apresentar os corpos em sacrif\u00edcio vivo, santo e agrad\u00e1vel a Deus, mas o de satisfazer ao homem, entretendo os participantes. Esta \u00e9 uma forma de culto que tem agradado ao homem, que o atrai e, por isso, \u00e9 defendida por muitos l\u00edderes religiosos. O aparente crescimento que este tipo de liturgia proporciona tem levado muitas igrejas tradicionais a mudar sua forma original de culto. Em nosso \u00faltimo encontro de l\u00edderes ficou estabelecido que a liturgia reflete a teologia. Sendo assim, um modelo lit\u00fargico foi adotado naquela ocasi\u00e3o e referendado pelo S\u00ednodo. A quest\u00e3o \u00e9: Temos seguido esse modelo? Nossos cultos t\u00eam refletido a Teologia Reformada? O objetivo tem sido o de adorar a Deus ou o de agradar as pessoas? Tem havido unidade nesta \u00e1rea em nossas igrejas? A grande verdade \u00e9 que esta forma de culto adotada por grupos religiosos, que \u00e9 muito agrad\u00e1vel aos homens, n\u00e3o reflete o ensino das Escrituras (Isa\u00edas 6, entre outros textos). N\u00e3o deixemos que este marco antigo seja removido. Pelo contr\u00e1rio, vamos batalhar para que ele seja cada vez mais firmado. N\u00e3o podemos cultuar a Deus segundo o que nos agrada, mas devemos nos agradar em o servirmos segundo a sua Palavra. Vamos lembrar nossas igrejas de que Ar\u00e3o e Saul tinham boa inten\u00e7\u00e3o, mas que Deus se agrada de obedi\u00eancia mais do que de sacrif\u00edcio. O tempo exige que ensinemos o nosso povo que o nosso Deus se agrada da obedi\u00eancia. \u201cSe me amais, guardareis os meus mandamentos\u201d. (Jo 14:15); <em>\u201cPois haver\u00e1 tempo em que n\u00e3o suportar\u00e3o a s\u00e3 doutrina; pelo contr\u00e1rio, cercar-se-\u00e3o de mestres segundo as suas pr\u00f3prias cobi\u00e7as&#8230;\u201d<\/em> (2\u00aa Tm 4:3) N\u00e3o podemos ser l\u00edderes que reflitam a vontade dos homens, mas, antes, a vontade de Deus. 3. Evangelismo \u2013 O evangelismo do final do S\u00e9culo XX tem se tornado cada vez mais pragm\u00e1tico. A busca por n\u00fameros tem feito com que l\u00edderes busquem m\u00e9todos que garantam o crescimento. A regra geral tem sido a seguinte: \u201cSe alcan\u00e7a as pessoas \u00e9 porque \u00e9 correto\u201d. A Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil tem prezado antes pela qualidade do que pela quantidade, e isso n\u00e3o pode mudar. A Pastoral do Primeiro Presbit\u00e9rio\u00a0 diz: &#8230;\u201dSe precisar, para viver, de afrouxar doutrinas, de suplicar lamurienta que os crentes permane\u00e7am em sua grei, ou de tolerar d\u00favidas e titubea\u00e7\u00f5es, abrir\u00e1 m\u00e3o da pr\u00f3pria exist\u00eancia e enrolar\u00e1 a bandeira que ora tremula, vencedora, no alto dos seus torre\u00f5es de ideal e f\u00e9\u201d (O Presbiteriano Conservador, julho de 1940, p.2). Nosso padr\u00e3o de avalia\u00e7\u00e3o antes que o de n\u00famero deve ser o de qualidade. J\u00e1 se disse que qualidade pressup\u00f5e quantidade. O que isso quer dizer? \u00c9 necess\u00e1rio refletirmos profundamente sobre afirma\u00e7\u00f5es como essas. Caso essa tese seja verdadeira, temos de admitir que maior qualidade deve haver na Igreja Cat\u00f3lica Romana, no Islamismo, que \u00e9 a religi\u00e3o que mais cresce no mundo atualmente, no Mormonismo, na Igreja Universal do Reino de Deus, etc. \u00c9 verdade que n\u00e3o podemos nos acomodar e usar a qualidade como desculpa para a falta de trabalho e vida de testemunho. O que precisamos fazer \u00e9 trabalhar, dentro dos padr\u00f5es reformados, mantendo a identidade da Igreja. Viver de modo digno da nossa voca\u00e7\u00e3o e ser testemunhas vivas, andando como corpo bem ajustado, n\u00e3o deixando que uma atitude demag\u00f3gica de afirmar que temos a melhor doutrina, sem, no entanto, nos guiarmos por ela, esteja presente em n\u00f3s. Precisamos parar de questionar o porqu\u00ea da nossa Igreja n\u00e3o crescer como gostar\u00edamos, e, ao inv\u00e9s de nos lan\u00e7armos \u00e0s cr\u00edticas, lan\u00e7armo-nos ao trabalho. E se insistimos em indaga\u00e7\u00f5es, dever\u00edamos, ent\u00e3o, nos perguntar: Por que a Igreja Conservadora ainda n\u00e3o deixou de existir? Ali\u00e1s, algu\u00e9m j\u00e1 fez esta pergunta. E a constata\u00e7\u00e3o a que se chega \u00e9 a de que Deus nos tem sustentado por haver um prop\u00f3sito para esta t\u00e3o amada Igreja! E, se como cremos, o prop\u00f3sito de Deus \u00e9 nos manter fi\u00e9is \u00e0s s\u00e3s doutrinas, vamos nos alegrar! N\u00e3o sejamos como muitos dos idosos de Israel, nos dias do profeta Ageu, que choravam ao ver os diminutos alicerces do novo templo sendo lan\u00e7ados, mas sejamos como os outros que, aplicados ao trabalho, se alegravam e se regozijavam em cumprir a vontade de Deus, que era a reedifica\u00e7\u00e3o do templo, ainda que sem as dimens\u00f5es e o esplendor do primeiro. Conv\u00e9m lembrar que o templo que alguns desprezaram, por ser \u201cpequeno\u201d, teve a gl\u00f3ria que o de Salom\u00e3o n\u00e3o teve, pois foi naquele pequeno templo, mais tarde ampliado, que o nosso Senhor Jesus Cristo foi apresentado! E ainda que aos nossos pr\u00f3prios olhos sejamos como gafanhotos, diante daqueles que se agigantam em nossos dias, vamos nos lembrar da alian\u00e7a que temos com nosso Deus de que, se guardarmos os seus estatutos para os cumprir, Ele ser\u00e1 o nosso Deus e o Deus da nossa posteridade. Deus tem reservado um lugar para a obra Conservadora no cen\u00e1rio do Evangelismo Nacional. E se ela ainda existe \u00e9 porque Deus a tem usado para a implanta\u00e7\u00e3o do seu reino. Ela ainda existe porque at\u00e9 aqui tem lutado para n\u00e3o deixar que seus antigos marcos sejam removidos. 4. Vigil\u00e2ncia &#8211; Esta luta exige de n\u00f3s uma s\u00e9rie de cuidados, dos quais destacaremos alguns: Em primeiro lugar, precisamos trabalhar pela reforma da Igreja, mas sempre contra as inova\u00e7\u00f5es. \u00c9 preciso que haja muito cuidado com as mudan\u00e7as, por mais simples que sejam, uma vez que temos visto igrejas, outrora firmes, trilhando caminhos hoje muito distantes de seus marcos antigos, tendo este desvio come\u00e7ado com a introdu\u00e7\u00e3o de pequenas inova\u00e7\u00f5es. Outra coisa a fazer \u00e9 cuidar da nossa unidade. Paulo nos adverte a estar firmes em um s\u00f3 esp\u00edrito, como uma s\u00f3 alma, lutando juntos pela f\u00e9 evang\u00e9lica (Fp 1:27). Segundo o ap\u00f3stolo, isso \u00e9 viver de modo digno do Evangelho. Ele continua e diz, a este respeito: <em>\u201cSe h\u00e1 alguma exorta\u00e7\u00e3o em Cristo, alguma consola\u00e7\u00e3o de amor, alguma comunh\u00e3o do esp\u00edrito, se h\u00e1 entranhados afetos e miseric\u00f3rdias, completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma cousa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada fa\u00e7ais por partidarismo ou vangl\u00f3ria, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. N\u00e3o tenha cada um em vista o que \u00e9 propriamente seu, sen\u00e3o tamb\u00e9m cada qual o que \u00e9 dos outros\u201d <\/em>(Fp 2:1-4). A luta para cumprir os preceitos estabelecidos neste texto\u00a0 deve ser intensa, pois sem ela n\u00e3o haver\u00e1 a t\u00e3o necess\u00e1ria unidade. Cumprir estes preceitos n\u00e3o \u00e9 tolerar o erro e deixar de apontar o que precisa ser mudado; pelo contr\u00e1rio, a cr\u00edtica \u00e9 muito proveitosa quando feita em amor e \u00e0 pessoa envolvida. No entanto, quando ela \u00e9 feita a terceiros, prov\u00e9m de uma sabedoria que n\u00e3o \u00e9 do alto, mas, pelo contr\u00e1rio, \u00e9 terrena e demon\u00edaca, segundo nos diz Tiago, no cap\u00edtulo 3, vers\u00edculos 13 a 18 de sua ep\u00edstola. O mesmo Tiago adverte-nos a n\u00e3o falarmos mal uns dos outros, pois, fazendo isso, nos colocamos no lugar de juizes e n\u00e3o de observadores da lei (4:11-12). No que diz respeito aos ministros, j\u00e1 h\u00e1 uma decis\u00e3o no sentido de se ajudarem em corre\u00e7\u00e3o. No Primeiro Encontro de L\u00edderes, os oficiais ali presentes assinaram a seguinte declara\u00e7\u00e3o, que posteriormente foi referendada pelo S\u00ednodo: Resolvemos reconhecer as nossas falhas e renovar diante de Deus e da igreja os nossos prop\u00f3sitos. E, para tanto, assumimos o compromisso de : 1. Ajudar os colegas com amor e respeito; mas, com franqueza, apontar suas falhas, pessoalmente e nos presbit\u00e9rios, para que as corrijam para o bem da igreja e o bom nome do minist\u00e9rio; 2. Considerar todas as cr\u00edticas que nos forem dirigidas; 3. Ser rigorosos quanto a n\u00f3s mesmos, dedicarmo-nos com zelo e piedade ao pastorado e ao estudo da B\u00edblia, preparando convenientemente cada estudo a ser apresentado \u00e0 Igreja; 4. Ser rigorosos no exame de relat\u00f3rios apresentados aos conc\u00edlios; 5. Reconsiderar sobre a voca\u00e7\u00e3o, caso haja reiterados testemunhos da igreja contra o nosso minist\u00e9rio. Al\u00e9m disso, reconhecemos a necessidade e a import\u00e2ncia dessas reuni\u00f5es para termos um minist\u00e9rio unido, coeso e eficaz. Esse, irm\u00e3os ministros, \u00e9 um compromisso de todos n\u00f3s. Para concluir, rogamos, irm\u00e3os, que n\u00e3o removamos os marcos antigos, antes os firmemos ainda mais para que a Igreja Presbiteriana Conservadora continue cumprindo o seu papel de batalhar pela f\u00e9. Que cada dia vejamos esta f\u00e9 sendo testemunhada de modo cada vez mais eficaz. N\u00e3o nos deixemos esmorecer pelas dificuldades que, porventura, nos sobrevenham, seja pela nossa pequenez ou por quest\u00f5es que surjam em nosso meio, com o intuito de nos abalar. Fa\u00e7amos nossas as palavras proferidas no serm\u00e3o de abertura desta reuni\u00e3o: \u201c\u00c9 Jesus quem faz a obra e vai \u00e0 nossa frente\u201d. Mais do que nunca, a Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil est\u00e1 se despertando para o trabalho. <em>\u201cAo que est\u00e1 assentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor e a honra e a gl\u00f3ria e o dom\u00ednio pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos\u201d<\/em> (Ap 5:13). Am\u00e9m!\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cFirmando os Marcos Antigos\u201d Pastoral \u2013 Julho de 2000 Rev. Welerson Alves Duarte &nbsp; \u201cFirmando os Marcos Antigos\u201d. \u201cN\u00e3o removas os marcos antigos que puseram teus pais.\u201d (Pv 22.28). Estamos distantes 60 anos de quando nossos pais puseram os marcos na funda\u00e7\u00e3o da Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil. Estes marcos estabeleceram a identidade desta igreja e assim d\u00e3o raz\u00e3o \u00e0 sua exist\u00eancia como denomina\u00e7\u00e3o. Nesses sessenta anos Deus tem levantado servos fi\u00e9is que batalharam pela f\u00e9. Muitos destes j\u00e1 partiram, tendo cumprido sua carreira. N\u00e3o poder\u00edamos deixar de mencionar ao menos aqueles que mais recentemente foram chamados pelo Senhor, como os Presbs. Sebasti\u00e3o Rodrigues dos Santos e Naul Steffen e, estando entre n\u00f3s nesta reuni\u00e3o, o Presb. Ricardo Krentzenstein Filho. Estes cumpriram sua carreira; n\u00f3s, por\u00e9m, aqui ainda estamos e n\u00e3o podemos esmorecer. Pesa sobre nossos ombros esta honrosa responsabilidade. 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