{"id":4773,"date":"2020-01-06T01:26:33","date_gmt":"2020-01-06T01:26:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ipcb.org.br\/index\/?p=4773"},"modified":"2020-01-06T15:09:55","modified_gmt":"2020-01-06T15:09:55","slug":"senciencia-animal-e-os-filhos-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/senciencia-animal-e-os-filhos-de-deus\/","title":{"rendered":"<strong>\u201cSenci\u00eancia animal e os filhos de Deus\u201d<\/strong>"},"content":{"rendered":"<p>Por defini\u00e7\u00e3o senci\u00eancia \u00e9 a capacidade de sofrer, sentir prazer ou felicidade. Por causa desta conceitua\u00e7\u00e3o a partir de 1997 percebeu-se que o conceito da senci\u00eancia deveria ser aplicado aos animais.<\/p>\n<p>Quando olhamos as Escrituras Sagradas temos diretrizes que nos p\u00f5em na obriga\u00e7\u00e3o de cuidarmos da cria\u00e7\u00e3o do nosso Deus. Quando o Senhor Deus criou todas as coisas deu ao homem a seguinte ordem: \u201cTamb\u00e9m disse Deus: Fa\u00e7amos o homem \u00e0 nossa imagem, conforme a nossa semelhan\u00e7a; tenha ele dom\u00ednio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos c\u00e9us, sobre os animais dom\u00e9sticos, sobre toda a terra e sobre todos os r\u00e9pteis que rastejam pela terra\u201d (G\u00eanesis 1.26).<\/p>\n<p>No texto temos uma compara\u00e7\u00e3o: o \u201cmodus operandi\u201d do dom\u00ednio do homem deveria ser como o de Deus. \u00c9 l\u00f3gico que n\u00e3o em extens\u00e3o e nem em poder. Todavia, Deus deu ao homem esta possibilidade de dominar. Isto numa perspectiva pactual corresponde ao conceito da vice-ger\u00eancia.<\/p>\n<p>Diante disso, perguntamos: Ser\u00e1 que o Antigo Testamento estabelece algum padr\u00e3o de conduta que n\u00f3s crentes devemos ter com nossos animais? A sabedoria judaica atinava para a vida de seus animais, vejam o que a Escritura diz a respeito de Salom\u00e3o: \u201cDiscorreu sobre todas as plantas, desde o cedro que est\u00e1 no L\u00edbano at\u00e9 ao hissopo que brota do muro; tamb\u00e9m falou dos animais e das aves, dos r\u00e9pteis e dos peixes\u201d (I Reis 4.33).<\/p>\n<p>No Salmo 104 encontramos um exemplo da preocupa\u00e7\u00e3o do Senhor para com sua cria\u00e7\u00e3o: \u201cTu fazes rebentar fontes no vale, cujas \u00e1guas correm entre os montes;  d\u00e3o de beber a todos os animais do campo; os jumentos selvagens matam a sua sede. Junto delas t\u00eam as aves do c\u00e9u o seu pouso e, por entre a ramagem, desferem o seu canto. Do alto de tua morada, regas os montes; a terra se farta do fruto de tuas obras.  Fazes crescer a relva para os animais e as plantas, para o servi\u00e7o do homem, de sorte que da terra tire o seu p\u00e3o&#8230;\u201d (Sl. 104. 10-14), e continua nos versos 21 e 22: \u201cOs le\u00f5ezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento; em vindo o sol, eles se recolhem e se acomodam nos seus covis\u201d.<\/p>\n<p>No Livro de Prov\u00e9rbios que reflete a literatura sapiencial de Israel nos \u00e9 dito o seguinte: \u201cO justo atenta para a vida dos seus animais, mas o cora\u00e7\u00e3o dos perversos \u00e9 cruel\u201d (Prov\u00e9rbios 12.10). Ora, nada mais l\u00f3gico, somos os vices gerentes de Deus, encarregados de cuidarmos da terra e administr\u00e1-la para a Sua gl\u00f3ria. Atentar para a vida dos animais pressup\u00f5e cuidado. E isso se deve ao fato dos animais n\u00e3o serem coisas.<\/p>\n<p>Veja, ainda, o que as Escrituras dizem em Rm. 8: \u201cA ardente expectativa da cria\u00e7\u00e3o aguarda a revela\u00e7\u00e3o dos filhos de Deus.  Pois a cria\u00e7\u00e3o est\u00e1 sujeita \u00e0 vaidade, n\u00e3o voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperan\u00e7a de que a pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o ser\u00e1 redimida do cativeiro da corrup\u00e7\u00e3o, para a liberdade da gl\u00f3ria dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a cria\u00e7\u00e3o, a um s\u00f3 tempo, geme e suporta ang\u00fastias at\u00e9 agora.  E n\u00e3o somente ela, mas tamb\u00e9m n\u00f3s, que temos as prim\u00edcias do Esp\u00edrito, igualmente gememos em nosso \u00edntimo, aguardando a ado\u00e7\u00e3o de filhos, a reden\u00e7\u00e3o do nosso corpo\u201d (Romanos 8. 19-23).<\/p>\n<p>Se de fato as Escrituras, a Palavra de Deus \u00e9 autoritativa em nossas vidas, n\u00e3o podemos como crentes maltratar os animais. Pois, isto \u00e9, de forma clara, conduta \u00edmpia e contraria \u00e0quilo que Deus requer de n\u00f3s.<\/p>\n<p>Que o Senhor Jesus conceda um \u00f3timo dia a voc\u00ea e toda a sua fam\u00edlia. <\/p>\n<p><strong>Rev. Jaziel  Cunha (Pastor na IPC na Grande Recife)<\/strong><br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"100%\" height=\"300\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" allow=\"autoplay\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=https%3A\/\/api.soundcloud.com\/tracks\/739195759&#038;color=%23ff5500&#038;auto_play=true&#038;hide_related=false&#038;show_comments=true&#038;show_user=true&#038;show_reposts=false&#038;show_teaser=true&#038;visual=true\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por defini\u00e7\u00e3o senci\u00eancia \u00e9 a capacidade de sofrer, sentir prazer ou felicidade. Por causa desta conceitua\u00e7\u00e3o a partir de 1997 percebeu-se que o conceito da senci\u00eancia deveria ser aplicado aos animais. 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