{"id":5966,"date":"2023-05-15T22:39:13","date_gmt":"2023-05-15T22:39:13","guid":{"rendered":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/?p=5966"},"modified":"2023-05-16T00:15:24","modified_gmt":"2023-05-16T00:15:24","slug":"pastoral-1954","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1954\/","title":{"rendered":"PASTORAL 1954"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>PASTORAL \u2013 1954<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: right;\">Francisco Augusto Pereira Junior<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Diletos conservos em Cristo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sa\u00fade e paz no Senhor, vida e esperan\u00e7a nossa!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 De in\u00edcio, pareceu-nos bem recordar-vos, por todo-oportuna, a li\u00e7\u00e3o exarada na Ep\u00edstola de Judas, e expressa nestes termos: \u201cAmados, procurando eu escrever-vos, com toda dilig\u00eancia, acerca da salva\u00e7\u00e3o comum, tive por necess\u00e1rio escrever-vos e exortar-vos a batalhar pela f\u00e9 que uma vez foi entregue aos santos.\u201d (Jd 3)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A seguir, cumpre que focalizemos alguns assuntos momentosos, como est\u00edmulo ao cultivo daquela f\u00e9 sublime, que, aureolada de virtudes outras, enriquece \u00e1vida crist\u00e3, aos esplendores evang\u00e9licos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Confirma\u00e7\u00e3o da B\u00edblia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tem-se assinalado, no tempo e no espa\u00e7o, a veracidade desse Livro Sagrado, al\u00e9m do mais, por descobrimentos arqueol\u00f3gicos, antigos e recentes. L\u00ea-se, por exemplo, no jornal americano \u201cWestern Voice\u201d, de 3 de outubro de 1952, o seguinte: \u201c<strong>A Cren\u00e7a Fundamentalista na B\u00edblia apoiada pela arqueologia<\/strong>. O Dr. William F. Albright, professor de L\u00ednguas Sem\u00edticas na Universidade de John Hopkins, publicou na edi\u00e7\u00e3o do outono de 1952, em revista \u2013 \u201c<strong>Religi\u00e3o na Vida<\/strong>\u201d, um artigo intitulado \u2013 \u201c<strong>A B\u00edblia ap\u00f3s Vinte Anos de Arqueologia<\/strong>\u201d. Declara ele que \u00e9 notabil\u00edssimo o progresso feito pela arqueologia nessa dire\u00e7\u00e3o. Percebe-se facilmente, acrescenta, que \u00e9 mesquinha a soma de todos os relevantes descobrimentos atrav\u00e9s do s\u00e9culo precedente, no seu conjunto, em compara\u00e7\u00e3o com o que veio enriquecer nosso conhecimento referente a esse livro maravilhoso. Em se referindo ao Evangelho de Cristo segundo S\u00e3o Jo\u00e3o, que os modernistas timbram em colocar no s\u00e9culo segundo, ou seja \u2013 depois do ano 150 de nossa era, declara Albright: \u201cN\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o plaus\u00edvel para se datar o Evangelho referido depois do ano 90; at\u00e9 pode ser de data anterior. Em conclus\u00e3o, damos \u00eanfase ao fato de a obra arqueol\u00f3gica ser a propulsora do recente reavivamento do interesse no estudo de teologia b\u00edblica, dada a opul\u00eancia de novos materiais, que ilustram pontos obscuros das Escrituras Sagradas&#8230;\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00c9 oportuno, outrossim, corroborar o que fica expendido, com a reportagem da revista \u201cSele\u00e7\u00e3o\u201d, em seu n\u00famero do m\u00eas transato. Informa que houve recentes descobrimentos arqueol\u00f3gicos, guiando-se os arque\u00f3logos por certos registros b\u00edblicos. Dessarte descobriram importantes minas de cobre, minas de ferro e at\u00e9 jazidas de petr\u00f3leo, al\u00e9m de outras! \u00c9 que velha, mas sempre nova, continua a B\u00edblia, em depoimento eterno, a ser para n\u00f3s conservadores, a bigorna providencial, que despeda\u00e7a os caramartelos da incredulidade de todos os matizes&#8230; Compulsemo-la, ent\u00e3o, piedosamente, como divino manancial, cuja linfa capacita para o crescimento na gra\u00e7a e conhecimento de Jesus Cristo, sem solu\u00e7\u00e3o sem solu\u00e7\u00e3o de continuidade (2Pe 3.18).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Solidariedade Crist\u00e3<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Timbra sempre a Igreja Romana, em executar certos postulados anti-crist\u00e3os inseridos no <strong>Syllabus<\/strong>, destacando-se dentre eles, o que preconiza a intoler\u00e2ncia malfadada, que arrasta \u00e0 tirania, \u00e0 opress\u00e3o, ao terrorismo das persegui\u00e7\u00f5es desencadeadas tenebrosa e descaridosamente, contra as inditosas v\u00edtimas que lhe n\u00e3o lhe aplaudem a apostasia, acumulada atrav\u00e9s dos s\u00e9culos, no cinismo de embuste soberbo e arrogante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Longe ir\u00edamos, se quis\u00e9ssemos espraiar considera\u00e7\u00f5es diretas e especiais por sobre o t\u00e9trico desse l\u00fagubre panorama. Baste, por\u00e9m, o que vai se expor, em cita\u00e7\u00e3o direta de outra pena toda-autorizada: \u201cN\u00e3o \u00e9 surpresa para ningu\u00e9m, o fato de a igreja romana haver tomado o partido de Franco, na Espanha. At\u00e9 o aben\u00e7oou, depois da vit\u00f3ria. Pois aqui v\u00e3o alguns dos horrores praticados por contra os protestantes, na Espanha: (1) Ap\u00f3s a tomada de Toledo pelas tropas de Franco, os mouros e soldados precipitaram-se sobre o hospital, onde um Pastor protestante e sua esposa estavam doentes. Foram trespassados a baioneta, com duzentos e cinq\u00fcenta pacientes! \u2013 (2) Outro Pastor, em Toledo, Rev. Miguel Aimor\u00e1n, foi preso em sua casa. Depois de um m\u00eas de pris\u00e3o, foi executado por um pelot\u00e3o de rifenhos! \u2013 (3) Em Sarago\u00e7a, as tropas fascistas pilharam o templo protestante, emporcalharam a B\u00edblia e o p\u00falpito com os seus pr\u00f3prios excrementos, e prenderam o Pastor, Rev. Benjamin Heras. Levaram-no \u00e0 pra\u00e7a em frente \u00e0 catedral. O povo reunido presenciou o espet\u00e1culo. O Pastor foi amarrado de p\u00e9s e m\u00e3os, e colocado no meio da rua, par fazer frente a dois tanques de guerra, que avan\u00e7aram sobre ele, esmagando-o! \u2013 (4) Em Granada os pastores protestantes, Reverendos Jos\u00e9 Garcia Fernandez e Salvador In\u00edgues foram aprisionados. A esposa do Dr. Fernandez enfrentou, com seu marido e o colega deste, o pelot\u00e3o de fuzilamento, depois de ser violada por diversos soldados! \u2013 (5) Em Santa Maria as tropas de Franco, n\u00e3o encontrando \u201chereges\u201d apoderaram-se da esposa do pregador local, embeberam-lhe as vestes de gasolina e atearam-lhe fogo! \u2013 (6) Em S\u00e3o Fernando o Pastor Miguel Bianco foi executado na presen\u00e7a de sua m\u00e3e! Decretara-lhe a morte o oficial fascista comandante como escarmento para os crentes evang\u00e9licos da cidade! O ministro de Puerto Real, Rev. Francisco Lopez, sofreu o mesmo tratamento! \u2013 (7) Em Ibahernando, uma prov\u00edncia de C\u00e1ceres, os protestantes foram executados em massa: os pastores, homens, mulheres e crian\u00e7as, entre os quais um fidalgo, Don Francisco Tirado. A congrega\u00e7\u00e3o tinha ali trinta crentes, e somente seis escaparam da morte! (8) Em Badaj\u00f3z, tr\u00eas mil evang\u00e9licos foram mortos a metralhadora, na pra\u00e7a dos touros, em companhia do pastor! \u2013 (9) Em Santa Ad\u00e9lia foram os protestantes abandonados \u00e0s tropas de Rif, pelos oficiais fascistas. (Trecho extra\u00eddo de um livro com t\u00edtulo \u2013 \u201cESSES DIAS TUMULTUOSOS\u201d, de Pierre Van Paassem).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Agora, que esse desvario desp\u00f3tico perdura e tende a generalizar-se, tudo parece indic\u00e1-lo. H\u00e1 not\u00edcias de medidas coercitivas em vig\u00eancia, especialmente no aludido antro do clericalismo: L\u00e1 n\u00e3o podem casar-se protestantes, porque precisariam, para tanto, abjurar a religi\u00e3o evang\u00e9lica; a administra\u00e7\u00e3o dos cemit\u00e9rios t\u00eam ordem severa para negar sepultamento a cad\u00e1veres de protestantes; as reuni\u00f5es para culto, s\u00f3 se toleram de portas fechadas, nas resid\u00eancias particulares dos crentes; a propaganda evang\u00e9lica, em p\u00fablico, foi extirpada! Sabe-se, pelos jornais, tamb\u00e9m que no m\u00eas de agosto pr\u00f3ximo passado, assinou concordata com o papa, oficializando a Igreja Romana, com todas as suas prerrogativas, e arrog\u00e2ncia, e soberba, e despotismo; anuncia-se, igualmente, que tal concordata \u00e9 proclamada como excelente modelo a ser adotado por todas as na\u00e7\u00f5es em que flutua, embusteira, a heresia incontrast\u00e1vel aninhada no Vaticano, onde existe o sim e o n\u00e3o, em cinismo inqualific\u00e1vel. Vejamo-lo: Publicou a \u201c<strong>Folha da Manh\u00e3<\/strong>\u201d, edi\u00e7\u00e3o de 1-3-50, esta reportagem: \u201cA santa s\u00e9 tomou hoje a medida mais importante de toda a sua hist\u00f3ria. Acaba o Vaticano de autorizar os bispos cat\u00f3licos romanos, durante os tr\u00eas anos vindouros, a organizar, em casos especiais, confer\u00eancias locais, com te\u00f3logos protestantes, para discutir assuntos de comum interesse, visando estreitar a uni\u00e3o de todos os crist\u00e3os\u201d. Ou\u00e7a-se, agora, estoutra not\u00edcia: (<strong>Lisboa (ANI<\/strong>) O padre Lombardi terminou as suas palestras em Lisboa. Falou aos seminaristas dos Olivais, seguindo, depois para \u00c9vora, onde participou de suas reuni\u00f5es: uma com o clero e outra com os fi\u00e9is em geral&#8230; O padre Lombardi anunciou que est\u00e1 a aparecer no Brasil, em portugu\u00eas, o seu livro intitulado: \u201cPara um mundo melhor\u201d. Acrescentou: Portugal poderia ser a primeira na\u00e7\u00e3o a responder ao apelo do papa. . . O orador recordou que come\u00e7ou a sua prega\u00e7\u00e3o, animado pelo papa. Prega agora a cruzada, por ordem expressa dele. . . O padre Lombardi assistiu a todo estudo do papa Pio XII, para ver qual forma de lan\u00e7ar a cruzada. N\u00e3o era poss\u00edvel chamar a ela toda a cristandade. Ficou decidido principiar pelas dioceses mais aptas. O pr\u00f3prio Pio XII come\u00e7ou em Roma, sua diocese. Foi em fevereiro de 1952. Hoje a cruzada est\u00e1 ateada em 20 dioceses. . . Trata-se de uma nova Contra-Reforma, num mundo onde tudo adquiriu um \u00e2mbito e um ritmo universais. . .\u201d (Gazeta de 12-11-53).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A\u00ed est\u00e1 o verso e o reverso da medalha: primeiro a aproxima\u00e7\u00e3o, depois a repulsa e a persegui\u00e7\u00e3o exterminadora nos moldes do terrorismo da Contra-Reforma do s\u00e9culo XVI, que ensang\u00fcentou a terra em tr\u00e1gicas hecatombes humanas, para exterm\u00ednio do povo evang\u00e9lico. \u00c9 verdade que os tempos s\u00e3o outros e outras as circunst\u00e2ncias; mas n\u00e3o \u00e9 menos verdade que o Clericalismo \u00e9 o grande inimigo, que trama nas trevas da politicagem e tudo vai conseguindo a seu talante. Nosso quinh\u00e3o est\u00e1, pois, reservado: Nem somos melhores do que nossos irm\u00e3os que gemem na fornalha das tribula\u00e7\u00f5es. Para eles a solidariedade fraternal e por eles as nossas ardentes intercess\u00f5es junto ao trono da Gra\u00e7a. Chorar com os que choram: eis o nosso dever (Rm 12.15). E \u00e0queles her\u00f3is da f\u00e9, em seu testemunho edificante, o conforto desta palavra do Senhor: \u201cBem-aventurados sois quando vos injuriarem e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra v\u00f3s, por minha causa: Alegrai-vos e exultai, porque \u00e9 grande o vosso galard\u00e3o nos c\u00e9us.\u201d (Mt 5.11)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Guerra dos V\u00edcios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Al\u00e7am estes o colo por toda a parte, no \u00e2mbito social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O v\u00edcio da embriagues \u00e9 como um polvo, que estende os tent\u00e1culos de todos os lados, e enla\u00e7a v\u00edtimas incautas e as reduz a baga\u00e7o, imprest\u00e1veis para si, imprest\u00e1veis para os seus, imprest\u00e1veis para a Igreja e para a sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cEnche o copo, que est\u00e1 vazio; esvazia o copo que est\u00e1 cheio: N\u00e3o o deixes nunca vazio; n\u00e3o o deixes nunca cheio\u201d \u2013 eis o que vi escrito na parede de um restaurante, um turista patr\u00edcio, quando em visita \u00e0 cidade de Floren\u00e7a, na It\u00e1lia! \u00c9 que, l\u00e1 como aqui, como por toda a parte, o flagelo vai semeando a desgra\u00e7a. Cumpre, pois, que lancemos m\u00e3o de dois recursos providenciais, para emancipar, \u00e0 medida do poss\u00edvel, os alco\u00f3latras, das algemas de t\u00e3o nefasta escravid\u00e3o: Primeiro \u2013 <strong>o recurso da convers\u00e3o real a Cristo: \u201cSe algum, pois \u00e9 de Cristo, uma nova criatura \u00e9: Passou o que era velho, notai que se fez novo\u201d<\/strong> (2Co 5.17). <strong>\u201cE os que s\u00e3o de Cristo, crucificaram a sua pr\u00f3pria carne, com os seus v\u00edcios\u201d<\/strong> (Gl 5.24. Segundo \u2013 <strong>o recurso da medicina<\/strong>, conjugado com a efic\u00e1cia da ora\u00e7\u00e3o: <strong>\u201cAssocia\u00e7\u00e3o -alco\u00f3lica: &#8211; Querem deixar de beber? \u2013 Curamos e n\u00e3o cobramos. Avenida 9 de Julho. 399, segundo andar, Caixa 2.343 \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 Brasil \u2013 \u00e0s sextas-feiras, das 20 \u00e0s 21 horas.\u201d<\/strong> Sobre a medicina, o aux\u00edlio divino: <strong>\u201cA ora\u00e7\u00e3o do justo, sendo fervorosa, pode muito.\u201d<\/strong> (Tg 5.16)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Por sua vez o v\u00edcio do fumo predomina em ambos os sexos e alarga a sua delet\u00e9ria influ\u00eancia, descendo, assoladora, dos pal\u00e1cios para as choupanas. Os inveterados no uso do tabaco, zombam das conclus\u00f5es a que chegam m\u00e9dicos da mais alta reputa\u00e7\u00e3o, no estrangeiro. Estes, ap\u00f3s aturados estudos, anunciam que o maior dos fatores de c\u00e2ncer nos pulm\u00f5es \u00e9 precisamente o do fumo. E s\u00e3o sumidades especializadas, que pontificam na Inglaterra, na Alemanha, na Su\u00ed\u00e7a, na Dinamarca, na Tchecoslov\u00e1quia e nos Estados Unidos&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 V\u00edcio \u00e9 v\u00edcio. Assim, pois, o jogo se faz acompanhar do \u00e1lcool e do fumo. Jogando, vai o viciado bebendo e fumando. Os azares da sorte locupletam os astutos profissionais em detrimento dos ne\u00f3fitos e dos que com eles se ombreiam, cavando infelicidades, por vezes insan\u00e1veis. . .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quanto ao v\u00edcio da libertinagem, \u00e9 ele uma outra calamidade p\u00fablica. A exibi\u00e7\u00e3o ostensiva do nu, a literatura pornogr\u00e1fica, as fitas cinematogr\u00e1ficas de exibi\u00e7\u00e3o proibida a menores, estigmatizando a complac\u00eancia das autoridades para com adultos desfibrados, o desbragamento alucinante do carnaval, acoro\u00e7oado pelas autoridades e a expensas dos er\u00e1rios p\u00fablicos, tudo forma a torrente que alimenta, direta ou indiretamente, os lupanares, fomenta a libertinagem descontrolada na voragem do pecado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00e3o admira, pois, que Menotti Del Picchia, analisando o descalabro moral, que varre a sociedade hodierna, erguesse um Brad pat\u00e9tico, concitando \u00e0 li\u00e7\u00e3o todos quantos podem e devem colaborar na obra de saneamento dessa como epidemia, que emerge, assoladora, de entranhas sat\u00e2nicas: \u201c\u00d3 p\u00falpitos! \u00d3 c\u00e1tedras! \u00d3 cadeira de professores! \u00d3 tribunas parlamentares, em \u201cque v\u00e9us vos escondeis?\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pelo prisma evang\u00e9lico, tal degrada\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios e costumes parece sintom\u00e1tica, denunciando os sinais dos tempos do fim da presente dispensa\u00e7\u00e3o. Diz-se que, na escatologia judaica, se achava profundamente arraigada a id\u00e9ia de que toda a hora mais escura da noite \u00e9 a que precede a aurora. Percebe-se que tal fato ilustra, com propriedade, as trevas da noite moral e espiritual que atravessamos apreensivos. Quanto mais escura, tanto mais pr\u00f3xima do rubor fascinante do arrebol matutino do Dia Milenial. Da\u00ed a palavra oportuna do Senhor: <strong>\u201cQuando, por\u00e9m, a acontecer estas coisas, exultai e levantai as vossas cabe\u00e7as, porque se aproxima a vossa reden\u00e7\u00e3o.\u201d <\/strong>(Lc 21.28)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Semin\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Deu-nos o Senhor nosso Deus um Semin\u00e1rio adequado \u00e0 mod\u00e9stia da nossa denomina\u00e7\u00e3o. Nele est\u00e3o concretizados ingentes esfor\u00e7os, fruto de entranh\u00e1vel amor \u00e0 Causa Evang\u00e9lica, no setor em que farfalha a bandeira conservadora, aos ventos das plagas nacionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00e3o temos o direito de queixar-nos de institui\u00e7\u00f5es cong\u00eaneres, de outras denomina\u00e7\u00f5es, a cujas portas fomos bater, para o estudo dos nossos seminaristas; antes nos \u00e9 grato consignar que temos motivo de gratid\u00e3o pelo fraternal acolhimento que se nos dispensou. De Deus a recompensa condigna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Todavia, ao imperativo de afastar o problema de um como complexo de inferioridade, em si deprimente, e ao da necessidade de plasmar o preparo de nossos futuros ministros em clima essencialmente conservador, resolvemos enfrentar corajosamente o problema e dar-lhes a devida solu\u00e7\u00e3o, sob os ausp\u00edcios divinos. Como resultado a\u00ed est\u00e1 o semin\u00e1rio, presente do c\u00e9u. . .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00d3bvio \u00e9 que essa piedosa, e \u00fatil, e urgente institui\u00e7\u00e3o, acarreta pesadas responsabilidades, e requer a colabora\u00e7\u00e3o decidida da igreja, tanto na esfera espiritual, com simpatia e ora\u00e7\u00e3o, como na econ\u00f4mica, em generosas ofertas para garantir-lhe a manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quando, desta casa de profetas, partirem jovens ministros do Senhor a render a guarda dos que v\u00e3o descambando para o horizonte vespertino da vida e, pois, da carreira ministerial, melhor se aquilatar\u00e1 o valor desta obra no \u00e2mbito denominacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Rui Barbosa dizia: \u201cUns plantam a semente da couve para o prato de amanha; outros, a semente do carvalho, para o abrigo no futuro.\u201d N\u00f3s, ao frescor suave da gra\u00e7a divina, lan\u00e7amos nas bases desta institui\u00e7\u00e3o, a boa semente, para farta messe porvindoura, na Santa Seara&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Campe\u00f5es da peleja sagrada<\/strong>, esta \u00e9 uma obra de f\u00e9, e a f\u00e9 n\u00e3o nos deixar\u00e1 decepcionados. Com \u00e2nimo forte, de m\u00e3os dadas, coesos, marchemos, de viseira erguida, atrav\u00e9s das brumas do futuro, pondo os olhos no Autor e Consumador de nossa f\u00e9, o meigo Nazareno!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sinceridade e firmeza<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &#8211; Que \u00e9 sinceridade?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &#8211; \u201cQualidade do que \u00e9 sincero. Franqueza; lisura de car\u00e1ter\u201d. Sincero \u00e9 quem \u201cdiz com franqueza o que sente. Verdadeiro. Simples, franco\u201d. \u00c9, ali\u00e1s, o indiv\u00edduo \u201cem que n\u00e3o h\u00e1 disfarce ou dissimula\u00e7\u00e3o: em que n\u00e3o h\u00e1 mal\u00edcia\u201d, nem dolo, nem hipocrisia: diz o que pensa e pensa no que diz&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Merece alguma discuss\u00e3o a etimologia do termo grego em apre\u00e7o. Prov\u00e9m, segundo o lexigr\u00e1fico F. S. Const\u00e2ncio, do grego: a \u2013 privativo equivalente a <strong>sem<\/strong>; e <strong>ker\u00e1nnumi,<\/strong> mistura; portanto, sem mistura, puro. Mas, segundo Court de G\u00e9belin, deriva do latim <strong>sine cera<\/strong>, ou seja \u2013 <strong>sem cera.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Comenta-se o termo assim: Que antigamente, em determinada regi\u00e3o pobre de pedras, se importavam estas para edifica\u00e7\u00f5es importantes. Acontecia, por vezes, que ocorria a trafic\u00e2ncia: os fornecedores misturavam pedras perfeitas com pedras imperfeitas, tapando, entupindo os orif\u00edcios com cera de igual cor, em detrimento da obra a que se destinavam. Da\u00ed, a precau\u00e7\u00e3o dos compradores, uma vez ludibriados: Examinai as pedras e s\u00f3 aceitavam as que se encontravam <strong>sem cera. . . <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong>Outrossim, diz-se que os apicultores inescrupulosos, traficantes, extra\u00edam o mel sem o devido capricho na manipula\u00e7\u00e3o, deixando-o misturado com cera, prejudicial \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o e ao uso, depreciando-o, dessarte, no com\u00e9rcio; de onde a exig\u00eancia dos compradores, s\u00f3 recebendo <strong>mel sem cera<\/strong>, mel puro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Decorre do expendido, a aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica sugerida pelo termo, aos conservadores: Que sejam sinceros, isto \u00e9 \u2013 <strong>sem<\/strong> a <strong>cera do modernismo, sem a cera da volubilidade<\/strong>, bem como <strong>sem a cera do mundanismo e sem a cera da hipocrisia<\/strong>. Cumpre que o servo do Senhor evite servir a dois senhores, que sua servid\u00e3o seja pura, seja sem mistura com a servid\u00e3o do pecado e de Satan\u00e1s; que seja o mesmo no direito e no avesso, por dentro e por fora, tendo a fibra de sustentar, coerentemente, as convic\u00e7\u00f5es \u00edntimas, alicer\u00e7adas no foro da consci\u00eancia iluminada pela Palavra de Deus. . .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Vamos sustentar, invicto, o pend\u00e3o conservador, vigilantes sempre: sempre de atalaia, na atalaia sagrada em que nos colocou a divina Provid\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O esp\u00edrito proselitista, bebido em fonte sect\u00e1ria, tem rondado manhosamente, ardilosamene alguns de nossos singelos acampamentos, como se h\u00e1 divulgado com repugn\u00e2ncia. Deser\u00e7\u00e3o excepcional aqui, repulsa generalizada ali, eis os que se vai assinalando. O primeiro caso lembra a li\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica: <strong>Eles sa\u00edram de n\u00f3s, mas n\u00e3o eram de n\u00f3s; porque, se eles tivessem sido de n\u00f3s, ficariam certamente conosco&#8230;<\/strong>(1Jo 2.19). Com efeito, n\u00e3o se pode sequer vislumbrar coer\u00eancia no proceder de quem repele o modernismo doutrin\u00e1rio, mas se filia friamente em denomina\u00e7\u00e3o tisnados de matiz modernista. O segundo caso \u00e9 sobremodo edificante e se inspira na eloq\u00fc\u00eancia da firmeza de Pedro, respondendo por si e pelos colegas: \u201c<strong>Senhor, para quem havemos n\u00f3s de ir? Tu tens palavras de vida eterna, e n\u00f3s temos crido e conhecido que tu \u00e9s o Cristo, filho de Deus.<\/strong>\u201d (Jo 6.69,70). Tamb\u00e9m o testemunho de Paulo ministra sadia li\u00e7\u00e3o, ao calor de uma f\u00e9 divinamente acendrada: \u201c<strong>Sei em quem tenho crido e estou persuadido de que ele pode guardar o meu dep\u00f3sito at\u00e9 aquele dia. Conserva o modelo das s\u00e3s palavras que de mim ouviste na f\u00e9 e no amor que h\u00e1 em Cristo Jesus.<\/strong>\u201d (2Tm 1.12,13). Tal firmeza \u00e9 a nossa firmeza, que resiste ao sopro do vendaval, como a casa sobre a rocha. (Mt 7.24,25).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Um alto padr\u00e3o de nobre estatura e firmeza de convic\u00e7\u00f5es, erigiu-o um venerando conservador, sentinela avan\u00e7ada em regi\u00e3o sertaneja. Vale a pena, para sua honra e est\u00edmulo nosso, em nossa arrancada superior, rememorar tal epis\u00f3dio, ali\u00e1s bem do nosso conhecimento: Solicitado por um ministro sect\u00e1rio a desertar nossas fileiras e passar para as dele, respondeu sem tergiversar, uma recusa desconcertante: <strong>Eu sou conservador, con-ser-va-dor <\/strong>pausadamente, galhardamente preferindo, como Mois\u00e9s, o opr\u00f3brio de Cristo (Hb 11.26), na pr\u00f3pria denomina\u00e7\u00e3o hum\u00edlima, \u00e0 vaidade da ostenta\u00e7\u00e3o de n\u00fameros avultados no gr\u00eamio de denomina\u00e7\u00e3o diferente, que aninha e acaricia em seu seio, a hidra do modernismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00f3s, e adiante de n\u00f3s, e atr\u00e1s de n\u00f3s, o Senhor. Portanto, sinceridade, firmeza, lealdade, fidelidade, const\u00e2ncia, perseveran\u00e7a, tenacidade, cada qual no seu posto de honra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>\u201cQuanto ao mais, irm\u00e3os tudo o que \u00e9 verdadeiro, tudo o que \u00e9 honesto, tudo o que \u00e9 justo, tudo o que \u00e9 santo, tudo o que \u00e9 am\u00e1vel, tudo o que \u00e9 de boa fama; se h\u00e1 alguma virtude, se h\u00e1 algum louvor de costumes, seja isso que ocupe o vosso pensamento. O que n\u00e3o s\u00f3 aprendestes, mas recebestes e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus de paz ser\u00e1 convosco.\u201d<\/strong> (Fl 4.8,9).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Riacho Grande, munic\u00edpio de S\u00e3o Bernardo do Campo, em 1\u00ba de julho de 1954. Francisco Augusto Pereira Junior, Carlos Pacheco, Alceu Moreira Pinto, Messias D. Corr\u00eaa, Reynaldo Gon\u00e7alves, Rafael Camacho, Armando Pinto de Oliveira, Antonino Jos\u00e9 da Silva, Flor\u00eancio Fernandes Reis, Evans Harden, Lino do Couto, Irwin Steele (membro visitante), William R. de Le Roy (membro visitante), Adelino Rodrigues de Oliveira, Isa\u00edas C\u00e2ndido de Lima, Ant\u00f4nio Pires Corr\u00eaa, Pedro Martins de Aquino, Luiz Fernandes Avelar, Alfredo Garcia Duarte Neto, Carlos Freddi, Ant\u00f4nio Geraldo Gois, Odilon Alves dos Santos, Hor\u00e1cio Pereira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PASTORAL \u2013 1954 Francisco Augusto Pereira Junior \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Diletos conservos em Cristo: \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sa\u00fade e paz no Senhor, vida e esperan\u00e7a nossa! \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 De in\u00edcio, pareceu-nos bem recordar-vos, por todo-oportuna, a li\u00e7\u00e3o exarada na Ep\u00edstola de Judas, e expressa nestes termos: \u201cAmados, procurando eu escrever-vos, com toda dilig\u00eancia, acerca da salva\u00e7\u00e3o comum, tive por necess\u00e1rio escrever-vos e exortar-vos a batalhar pela f\u00e9 que uma vez foi entregue aos santos.\u201d (Jd 3) \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A seguir, cumpre que focalizemos alguns assuntos momentosos, como est\u00edmulo ao cultivo daquela f\u00e9 sublime, que, aureolada de virtudes outras, enriquece \u00e1vida crist\u00e3, aos esplendores evang\u00e9licos. Confirma\u00e7\u00e3o da B\u00edblia \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tem-se assinalado, no tempo e no espa\u00e7o, a veracidade desse Livro Sagrado, al\u00e9m do mais, por descobrimentos arqueol\u00f3gicos, antigos e recentes. L\u00ea-se, por exemplo, no jornal americano \u201cWestern Voice\u201d, de 3 de outubro de 1952, o seguinte: \u201cA Cren\u00e7a Fundamentalista na B\u00edblia apoiada pela arqueologia. 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Confirma\u00e7\u00e3o da B\u00edblia \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tem-se assinalado, no tempo e no espa\u00e7o, a veracidade desse Livro Sagrado, al\u00e9m do mais, por descobrimentos arqueol\u00f3gicos, antigos e recentes. L\u00ea-se, por exemplo, no jornal americano \u201cWestern Voice\u201d, de 3 de outubro de 1952, o seguinte: \u201cA Cren\u00e7a Fundamentalista na B\u00edblia apoiada pela arqueologia. 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