{"id":5986,"date":"2023-05-15T23:27:09","date_gmt":"2023-05-15T23:27:09","guid":{"rendered":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/?p=5986"},"modified":"2023-05-16T00:13:24","modified_gmt":"2023-05-16T00:13:24","slug":"pastoral-1946","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/","title":{"rendered":"PASTORAL 1946"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>PASTORAL \u2013 1946<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Flam\u00ednio F\u00e1vero<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Prezados irm\u00e3os em Jesus<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pela gra\u00e7a do Deus Trino, augusto, eterno e sant\u00edssimo, ao qual servimos com abund\u00e2ncia de cora\u00e7\u00e3o, eis-nos chegados \u00e0 aurora do 7\u00ba ano de nossas atividades eclesi\u00e1sticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Dura foi a travessia, por certo, mas quantas b\u00ean\u00e7\u00e3os recebemos, nela, dos C\u00e9us misericordiosos!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Assim, nesta hora esplendida em que nos \u00e9 dado falar-vos, tamb\u00e9m \u00e9 ensejo feliz de vos conclamar a considerardes as grandes maravilhas operadas por Deus, em n\u00f3s, aprovando Ele as atividades de um labor sincero posto ao servi\u00e7o de Jesus, e permitindo brotassem valiosos frutos dos sulcos do arado conduzido com f\u00e9 atrav\u00e9s dos campos de almas imortais, sedentas do evangelho da esperan\u00e7a e do amor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RECONHECIMENTO E HUMILDADE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Por isso, antes de tudo, diletos irm\u00e3os, seja a palavra primeira de um hino de a\u00e7\u00f5es de gra\u00e7as ao Pai amant\u00edssimo pelos dons inef\u00e1veis que nos prodigalizou. Dentre todos, exalte-se o maior deles: cobrir-nos com a prote\u00e7\u00e3o infinita do sangue de Cristo, pagando assim a multid\u00e3o dos nossos pecados com a sua morte expiat\u00f3ria na cruz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E como deve ser o nosso reconhecimento? Tr\u00eas s\u00e3o as formas de sua manifesta\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica entre os homens. Uma delas \u2013 paradoxal \u2013 \u00e9 a ingratid\u00e3o. J\u00e1 se disse que h\u00e1 benef\u00edcios t\u00e3o grandes que somente a ingratid\u00e3o os paga. E n\u00e3o \u00e9 rara entre as gentes, antes bem encontradi\u00e7a, essa forma de agradecer. E Deus \u00e9 quem mais costuma ser alvo dela. S\u00e3o tais e tantas as munific\u00eancias com que Ele, paciente e long\u00e2nimo, sabe mimosear as criaturas, que s\u00f3 a nega\u00e7\u00e3o completa da evid\u00eancia por estas salda o d\u00e9bito. E quem ser\u00e1 seu agente? Bem no-lo diz o salmista quando registra: \u201cDisse o n\u00e9scio em seu cora\u00e7\u00e3o: n\u00e3o h\u00e1 Deus.\u201d (Sl 53.1). Essa n\u00e3o \u00e9 a nossa gratid\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A segunda modalidade de agradecer \u00e9 referida pelo evangelista Lucas. Foi usada pelo fariseu, quando, no templo, posto em p\u00e9, orava: \u201c\u00d3 Deus, gra\u00e7as te dou, porque n\u00e3o sou como os demais homens.\u201d (Lc 18.11). \u00c9 agradecimento, pr\u00f3-forma, pretexto, apenas, para o seu autor exaltar-se. Constitui exibi\u00e7\u00e3o de m\u00e9ritos, auto-elogio. Nas palavras proferidas, o fariseu p\u00f5e em paralelo suas virtudes e as falhas do pr\u00f3ximo. E agradece a Deus o saldo vultoso de sua arca recheiada. Gratid\u00e3o assim, em que a \u00fanica mola \u00e9 o orgulho, n\u00e3o afina pelo evangelho de Cristo, tecido de humildade, amor e servi\u00e7o. Atitude semelhante a essa n\u00e3o justifica, mas condena; n\u00e3o recebe gra\u00e7a e sim maldi\u00e7\u00e3o, porque afasta a possibilidade do convencimento do pecado e da prem\u00eancia do perd\u00e3o. Por isso, tamb\u00e9m n\u00e3o nos interessa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 H\u00e1, por\u00e9m, outro tipo de reconhecimento, que o mesmo evangelista nos apresenta (Lc 17.15,16). \u00c9 o do leproso: curado como os seus nove companheiros de infort\u00fanio, voltou, de pronto e sozinho, para agradecer a Jesus a merc\u00ea inestim\u00e1vel. Doente, clamou por socorro. Atendido, buscou seu m\u00e9dico e se lhe prostrou aos p\u00e9s, humilde e grato. Foi quando a gra\u00e7a gratuita mais choveu e se avolumou sobre a beleza daquela virtude rara.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00c9 com esse reconhecimento humilde que Deus se del\u00edcia e compraz. E quem diz gratid\u00e3o, diz louvor. Pois \u00e9 desse perfume suave que os c\u00e9us se enchem, nos c\u00e2nticos dos anjos. O Universo todo vibra nos acordes dessa melodia constante e inigual\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Vibremos n\u00f3s tamb\u00e9m, em un\u00edssono, com ela, na humildade de nossa real pequenez, mas na grandiosidade de a\u00e7\u00f5es de gra\u00e7as, sinceras e insopit\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>FIDELIDADE DOUTRIN\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Esse reconhecimento humilde deve iluminar sempre, num est\u00edmulo sem tr\u00e9guas, a fidelidade que prometemos a Jesus. Nossa Igreja, em momento hist\u00f3rico, surgiu de um imperativo incoerc\u00edvel de apego severo \u00e0 doutrina. O dogma, na vida religiosa, tem sua necessidade certa, incontest\u00e1vel. Sem ele, os benef\u00edcios do ensino de Cristo seriam falhos, e a miss\u00e3o sublime do Filho de Deus sobre a terra teria fracassado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Compreendendo isso, propusemo-nos defender essa verdade e, da\u00ed, tomamos posi\u00e7\u00e3o entre os que p\u00f5em os princ\u00edpios fundamentais do Cristianismo, revelados nas Escrituras, como sua principal raz\u00e3o de ser.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Eis porque, no manifesto de 1940, foi dito o seguinte: \u201cPregando ardorosamente o Evangelho de Cristo aos pecadores, como sendo este Evangelho (a doutrina) o \u00fanico meio de conduzir os homens a Cristo \u2013 o Salvador, cerraremos fileiras em trono da ortodoxia e montaremos guarda, sempre alerta, \u00e0 sua conserva\u00e7\u00e3o integral. Por isso, queremos ser chamados presbiterianos conservadores.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00c9 a fidelidade a tais prop\u00f3sitos que vimos proclamando em nossa jornada, pregando a Jesus Cristo, como Salvador, na plenitude de sua obra divina claramente revelada na B\u00edblia, em cuja inspira\u00e7\u00e3o cremos, como Palavra de Deus que \u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A nossa tarefa, como Igreja, \u00e9 continuar nesse testemunho, pois no seu fundamento nascemos e estamos crescendo, na segura certeza de que sua solidez \u00e9 inabal\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O TESTEMUNHO DAS OBRAS\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Todavia, essa fidelidade doutrin\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 palavreado est\u00e9ril e inexpressivo, traduzindo simples conhecimento intelectual de Cristo, pois sempre a compreendemos como energia pr\u00e1tica e operante. Ali\u00e1s, o ap\u00f3stolo bem o salienta, lembrando que \u201ca f\u00e9 sem obras \u00e9 morta\u201d (Tg 2.26). a vida se manifesta na pujan\u00e7a de realiza\u00e7\u00f5es que a possibilitam, porque as boas obras, diz a \u201cConfiss\u00e3o de F\u00e9\u201d (Ed. Da Igreja Presb. Conserv.\u00a0 P\u00e1g. 52), \u201csantas em obedi\u00eancia aos mandamentos de Deus, s\u00e3o o fruto e as evid\u00eancias de uma f\u00e9 viva e verdadeira; por elas, os crentes manifestam a sua gratid\u00e3o, robustecem a sua confian\u00e7a, edificam os seus irm\u00e3os, adornam a profiss\u00e3o do Evangelho, tapam a boca aos advers\u00e1rios e glorificam a Deus cuja feitura s\u00e3o, criados em Jesus Cristo para isso mesmo, a fim de que, tendo o seu fruto em santifica\u00e7\u00e3o, tenham no fim a vida eterna.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Diante disso, a verdadeira f\u00e9, que liga a mente e o cora\u00e7\u00e3o, se traduz em atos de piedade e amor, em rela\u00e7\u00e3o a Deus e ao pr\u00f3ximo, naquela medida que o pr\u00f3prio Jesus nos deu, quando tomou a natureza humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Ao influxo dessa f\u00e9 ativa, devemos procurar ser irrepreens\u00edveis no meio social onde vivemos. Capacitemo-nos de que, como crentes, somos o sal da terra e a luz do mundo (Mt 5.13, 14). Nestas condi\u00e7\u00f5es, nos caminhos de nossa peregrina\u00e7\u00e3o, ante as dificuldades e trope\u00e7os que surgirem aos nossos p\u00e9s, uma indaga\u00e7\u00e3o pronta deve ser feita, na oportuna sugest\u00e3o do belo livro de Sheldon: &#8211; Que faria Jesus? E destarte, os problemas todos ser\u00e3o resolvidos \u00e0 sombra do \u201cDec\u00e1logo\u201d, interpretado pelo \u201cSerm\u00e3o do Monte\u201d, com a ilumina\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, para que sejamos coerentes, pela obras, com os princ\u00edpios doutrin\u00e1rios de nossas palavras e votos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>NAS TORMENTAS DO MUNDO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O mundo \u00e9 uma tormenta sem fim. \u00c0 medida que o tempo se escoa, mais tempestuosos correm os dias. Mal terminou um guerra, tremenda, de conseq\u00fc\u00eancias t\u00e3o graves que 50 anos de paz n\u00e3o remedeiam seus estragos f\u00edsicos e morais, e eis que a humanidade, numa insensatez pasmosa e numa dureza de cora\u00e7\u00e3o surda a todos os avisos divinos, se adestra para outra, que pode vir a ser o remate desta civiliza\u00e7\u00e3o. \u00c9 que os homens e as na\u00e7\u00f5es vivem para o seu ego\u00edsmo, na \u00e2nsia insaci\u00e1vel de se suplantarem uns aos outros, tripudiando sobre os mais santos princ\u00edpios de solidariedade fraternal. Da\u00ed, as ang\u00fastias dolorosas que nos assolam a todos, fazendo maus os dias que passam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Para n\u00f3s, disc\u00edpulos de Jesus, seria c\u00f4modo retirar-nos do encapelado mar em que estamos e irmos no monte da transfigura\u00e7\u00e3o, todos juntos, para deliciar-nos na contempla\u00e7\u00e3o beat\u00edfica de Jesus, Mois\u00e9s e Elias, entoando c\u00e2nticos de louvores incessantes a Deus. Seria c\u00f4modo, sim, mas fugir\u00edamos \u00e0 miss\u00e3o de seguidores de Cristo, que teve a sua cruz, antes da ascens\u00e3o, e nos reservou as nossas. E desrespeitar\u00edamos seu expresso desejo manifestado na ora\u00e7\u00e3o pelos disc\u00edpulos: \u201cN\u00e3o pe\u00e7o que os tires do mundo, mas que os livre do mal.\u201d (Jo 17.15)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Os crentes s\u00e3o como m\u00e9dicos. Estes n\u00e3o podem eximir-se ao dever profissional de prestar socorro aos enfermos. Quanto mais grave a mol\u00e9stia, mais forte \u00e9 a solicita\u00e7\u00e3o \u00e0 presen\u00e7a dos m\u00e9dicos. Tomem estes as suas precau\u00e7\u00f5es para n\u00e3o contagiar-se. Vacinem-se. Redobrem os cuidados de profilaxia. Robuste\u00e7am as reservas de resist\u00eancias, com todos os meios que a ci\u00eancia lhes faculta. Desert\u00e1-lo \u00e9 tornarem-se indignos da classe a que pertencem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Os crentes s\u00e3o como os soldados na guerra. No mais aceso da peleja, l\u00e1 \u00e9 o setor da sua tarefa. A defesa da P\u00e1tria o requer. Aos covardes que fogem, a recompensa ser\u00e1 o desprezo e a morte ignominiosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Devem os crentes ficar no mundo, no fiel cumprimento de sua incumb\u00eancia de testemunhas de Jesus, anunciando as boas novas de salva\u00e7\u00e3o, valendo com o esp\u00edrito de servi\u00e7o aos que sofrem, combatendo o pecado multiforme que os rodeia. Cerquem-se de todos os cuidados poss\u00edveis, principalmente da prote\u00e7\u00e3o eficaz de Deus, para n\u00e3o serem presa das garras tentaculares do Maligno, mas nunca se furtem ao dever que lhe cabe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Prossigamos, pois, a nossa obra, diletos irm\u00e3os, no meio das maiores tormentas, sem desfalecimentos, confiantes, otimistas, sempre de p\u00e9, buscando o bra\u00e7o poderoso de nosso Pai Celeste, sob cujo amparo continuaremos a fazer os prod\u00edgios que temos visto at\u00e9 aqui, e ainda outros maiores, sem d\u00favida alguma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>OS CRENTES E A POL\u00cdTICA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cDa\u00ed a C\u00e9sar o que \u00e9 de C\u00e9sar e a Deus o que \u00e9 de Deus\u201d, disse Jesus, como no-lo relatam os evangelhos sin\u00f3ticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Dentre as obriga\u00e7\u00f5es que temos com C\u00e9sar, uma delas \u00e9 a de concorrer, pelo voto, na escolha das autoridades que nos dirigem. Agora que a restaura\u00e7\u00e3o no Brasil de todas as prerrogativas democr\u00e1ticas se processa, somos com insist\u00eancia solicitados a filiar-nos aos partidos que disputam o governo. Podemos aquiescer? Sem d\u00favida que sim, desde que seus estatutos e programas de a\u00e7\u00e3o n\u00e3o contrariem os deveres que temos com Deus, autoridade m\u00e1xima e suprema a que servimos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Isso em tese. Na pr\u00e1tica, entretanto, a pol\u00edtica \u00e9 sereia perigosa, tendo, numa apar\u00eancia batida de luz, labirintos escuros e cheios de surpresas que podem nos prender em compromissos de solidariedade incondicional que os crentes n\u00e3o podem aceitar. A disciplina partid\u00e1ria \u00e9 f\u00e9rrea. Sua quebra \u00e9 deslealdade a princ\u00edpios. Por vezes, essa disciplina imp\u00f5e atitudes que fogem do programa b\u00e1sico, pela necessidade de servir a interesses de acomoda\u00e7\u00f5es ocasionais. Como fazer? Romper compromissos pol\u00edticos? For\u00e7ar a consci\u00eancia? Desagradar a Deus? Eis a encruzilhada a que a filia\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria pode conduzir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O melhor seria manterem-se os crentes estranhos aos partidos e concorrerem com seus votos livres para a vit\u00f3ria dos candidatos, sejam quais forem seus partidos, e ainda crentes ou n\u00e3o, que melhor possam desempenhar uma investidura pol\u00edtica de obreiros da s\u00e3 democracia fundada no respeito inviol\u00e1vel aos sagrados direitos fundamentais do homem. Assim, cumpririam seus deveres c\u00edvicos, dando a C\u00e9sar o que \u00e9 seu, e n\u00e3o iriam contrariar a Deus, naquilo que de direito lhe pertence.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Seja, por\u00e9m, qual for a nossa atitude pessoal, nunca deve a Igreja ser envolvida em competi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas. A sua incumb\u00eancia, nesse \u00e2mbito de a\u00e7\u00e3o, \u00e9 preparar os melhores cidad\u00e3os que ir\u00e3o construir o bem-estar da P\u00e1tria.O Cristianismo de Cristo n\u00e3o pretende ser maioria. N\u00e3o lhe interessa ter em m\u00e3os a dire\u00e7\u00e3o dos povos, pois o reino do seu fundador n\u00e3o \u00e9 deste mundo. Triunfa nos agregados sociais pela qualidade dos seguidores e n\u00e3o pela quantidade. \u00c9 do seu g\u00eanio, est\u00e1 na sua ess\u00eancia, constitui preceito pregado por Jesus, no maravilhoso serm\u00e3o do monte, que devem ser buscados a porta estreita e o caminho apertado por onde se vai \u00e0 vida. Esses, s\u00e3o poucos os que os topam. (Mt 7.14)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O MINIST\u00c9RIO DA ORA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A maior arma do crente \u00e9 a ora\u00e7\u00e3o. Diante dela, dificuldades instranspon\u00edveis se diluem; abismos insond\u00e1veis s\u00e3o transpostos; b\u00ean\u00e7\u00e3os sem medida e sem conta s\u00e3o obtidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A nossa Igreja, modesta e humilde, mas leal no seu testemunho e crescente em sua prosperidade, \u00e9 exemplo n\u00edtido do poder da ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Exercitemos, pois, caros irm\u00e3os, essa pr\u00e1tica salutar, com f\u00e9 intensa e sem desfalecimentos. Oremos a Deus para a solu\u00e7\u00e3o de todos os problemas que ai est\u00e3o abertos diante de n\u00f3s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No mundo, \u00e9 o da paz, anseio de todos os cora\u00e7\u00f5es. A guerra cessou, mas ainda n\u00e3o foi concedida aquela doce paz que os dirigentes das na\u00e7\u00f5es nos prometiam. Por que? Porque os esp\u00edritos continuam armados, estimulando contendas ou mal-entendidos intermin\u00e1veis. Roguemos a Deus que n\u00e3o seja mais assim e tudo se normalize, cessando, ent\u00e3o, os sofrimentos, as tristezas, as l\u00e1grimas, a fome, a mis\u00e9ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Oremos pela P\u00e1tria estremecida de nosso ber\u00e7o, para que ela encete agora, em bases s\u00f3lidas e sob a tutela de uma constitui\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, a marcha para um futuro feliz, em que a verdadeira liberdade dentro da lei se instale e tome corpo. S\u00f3 assim, ela ser\u00e1 grande e respeitada no concerto dos povos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Oremos pelas Igrejas Evang\u00e9licas que militam no Brasil, para que todas se capacitem da necessidade de se manterem vigilantes na fidelidade a Jesus, como Salvador dos pecadores. E que, nesse esp\u00edrito, trabalhem numa franca e decidida coopera\u00e7\u00e3o, dirigidas pelo pr\u00f3prio Senhor Jesus, no qual devem estar unidas e coesas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E oremos em especial pela Igreja Presbiteriana Conservadora. O nosso trabalho tem crescido em n\u00famero de membros e de congrega\u00e7\u00f5es e igrejas. A seara conservadora se estende, promissora, pela vastid\u00e3o do Pa\u00eds. S\u00e3o os frutos de um sincero esfor\u00e7o, sob as vistas paternais de Deus, que n\u00e3o nos tem abandonado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Para atender, entretanto, \u00e0s exig\u00eancias dos campos, s\u00e3o poucos os obreiros. Esse \u00e9 o nosso problema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Precisamos, ent\u00e3o, rogar perseverantes a Deus para que desperte voca\u00e7\u00f5es ministeriais e reforce, da\u00ed, as fileiras dos nossos dedicados pregadores. A tarefa que os atuais desempenham \u00e9 excessiva. Not\u00f3rio se mostra o sacrif\u00edcio que realizam para satisfazer todos os pontos de prega\u00e7\u00e3o que se multiplicam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Oremos tamb\u00e9m para que nos venham, em conex\u00e3o, os recursos materiais para manter e desenvolver com redobrado arrojo a seara, levando cada vez mais a bandeira conservadora, por meio de convers\u00f5es a Jesus, o Salvador dos pecadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E assim, diletos irm\u00e3os, firmes em nosso posto, confiando em Jesus, o Filho de Deus, nosso Guia e Cabe\u00e7a, sob a prote\u00e7\u00e3o paternal de Deus-Pai, iluminados pelo Esp\u00edrito Santo, continuemos a tarefa espl\u00eandida que nos cabe desempenhar, dando gra\u00e7as aos C\u00e9us bondosos pelo privil\u00e9gio outorgado de sermos escolhidos para esta obra gloriosa e santa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ja\u00fa, 29 de junho de 1946.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assinados: Flam\u00ednio F\u00e1vero, Rafael Pages Camacho, presidente, Franscisco Augusto Pereira Junior, vice-presidente, Jo\u00e3o Rodrigues Bicas, primeiro secret\u00e1rio, Alceu Moreira Pinto, segundo secret\u00e1rio, Alfredo Al\u00edpio do Vale, Carlos Pacheco, Am\u00e1vio Rosa, Isoraldo Martins Coelho, Alberto Palma, Herculano Alvim Pereira, Jo\u00e3o Pereira Lima, Policarpo Ferreira, Abra\u00e3o Pinheiro, Flor\u00eancio Fernandes Reis, Hor\u00e1cio Bueno Gon\u00e7alves, Roberto Hecht, Franklin Rodrigues Silveira, Cust\u00f3dio Jos\u00e9 Gon\u00e7alves, Ant\u00f4nio Euclides Cavalheiro, Joaquim de Souza Melo, Azor Jos\u00e9 Rodrigues.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PASTORAL \u2013 1946 Dr. Flam\u00ednio F\u00e1vero \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Prezados irm\u00e3os em Jesus \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pela gra\u00e7a do Deus Trino, augusto, eterno e sant\u00edssimo, ao qual servimos com abund\u00e2ncia de cora\u00e7\u00e3o, eis-nos chegados \u00e0 aurora do 7\u00ba ano de nossas atividades eclesi\u00e1sticas. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Dura foi a travessia, por certo, mas quantas b\u00ean\u00e7\u00e3os recebemos, nela, dos C\u00e9us misericordiosos! \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Assim, nesta hora esplendida em que nos \u00e9 dado falar-vos, tamb\u00e9m \u00e9 ensejo feliz de vos conclamar a considerardes as grandes maravilhas operadas por Deus, em n\u00f3s, aprovando Ele as atividades de um labor sincero posto ao servi\u00e7o de Jesus, e permitindo brotassem valiosos frutos dos sulcos do arado conduzido com f\u00e9 atrav\u00e9s dos campos de almas imortais, sedentas do evangelho da esperan\u00e7a e do amor. RECONHECIMENTO E HUMILDADE \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Por isso, antes de tudo, diletos irm\u00e3os, seja a palavra primeira de um hino de a\u00e7\u00f5es de gra\u00e7as ao Pai amant\u00edssimo pelos dons inef\u00e1veis que<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>PASTORAL 1946 - IPCB<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"PASTORAL 1946 - IPCB\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"PASTORAL \u2013 1946 Dr. Flam\u00ednio F\u00e1vero \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Prezados irm\u00e3os em Jesus \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pela gra\u00e7a do Deus Trino, augusto, eterno e sant\u00edssimo, ao qual servimos com abund\u00e2ncia de cora\u00e7\u00e3o, eis-nos chegados \u00e0 aurora do 7\u00ba ano de nossas atividades eclesi\u00e1sticas. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Dura foi a travessia, por certo, mas quantas b\u00ean\u00e7\u00e3os recebemos, nela, dos C\u00e9us misericordiosos! \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Assim, nesta hora esplendida em que nos \u00e9 dado falar-vos, tamb\u00e9m \u00e9 ensejo feliz de vos conclamar a considerardes as grandes maravilhas operadas por Deus, em n\u00f3s, aprovando Ele as atividades de um labor sincero posto ao servi\u00e7o de Jesus, e permitindo brotassem valiosos frutos dos sulcos do arado conduzido com f\u00e9 atrav\u00e9s dos campos de almas imortais, sedentas do evangelho da esperan\u00e7a e do amor. 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RECONHECIMENTO E HUMILDADE \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Por isso, antes de tudo, diletos irm\u00e3os, seja a palavra primeira de um hino de a\u00e7\u00f5es de gra\u00e7as ao Pai amant\u00edssimo pelos dons inef\u00e1veis que [\u2026]","og_url":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/","og_site_name":"IPCB","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/igrejapresbiterianaconservadoradobrasil\/","article_published_time":"2023-05-15T23:27:09+00:00","article_modified_time":"2023-05-16T00:13:24+00:00","author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"13 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/#\/schema\/person\/20e0b0997bf73e0b558f7ff129294e65"},"headline":"PASTORAL 1946","datePublished":"2023-05-15T23:27:09+00:00","dateModified":"2023-05-16T00:13:24+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/"},"wordCount":2670,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/#organization"},"articleSection":["Pastorais"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/","url":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/","name":"PASTORAL 1946 - IPCB","isPartOf":{"@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/#website"},"datePublished":"2023-05-15T23:27:09+00:00","dateModified":"2023-05-16T00:13:24+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1946\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"PASTORAL 1946"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/#website","url":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/","name":"IPCB","description":"Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil","publisher":{"@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/#organization","name":"Igreja Presbiteriana Conservadora","url":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Logo_IPCB-JPG.jpg","contentUrl":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Logo_IPCB-JPG.jpg","width":2482,"height":2718,"caption":"Igreja Presbiteriana Conservadora"},"image":{"@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/igrejapresbiterianaconservadoradobrasil\/"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/#\/schema\/person\/20e0b0997bf73e0b558f7ff129294e65","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3d0de12f4b05254c97d2f93da736cd98?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3d0de12f4b05254c97d2f93da736cd98?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"url":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5986"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5986"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5986\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6029,"href":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5986\/revisions\/6029"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5986"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5986"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5986"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}