{"id":5997,"date":"2023-05-15T23:58:19","date_gmt":"2023-05-15T23:58:19","guid":{"rendered":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/?p=5997"},"modified":"2023-05-16T00:11:59","modified_gmt":"2023-05-16T00:11:59","slug":"pastoral-1941","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipcb.org.br\/index\/pastoral-1941\/","title":{"rendered":"PASTORAL 1941"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>PASTORAL \u2013 Junho &#8211; Julho de 1941<\/strong><\/h2>\n<p>Amados em Cristo:<\/p>\n<p>Pela miseric\u00f3rdia de Deus nosso Pai, pela gra\u00e7a de Nosso Senhor Jesus Cristo que por n\u00f3s intercede nas alturas do c\u00e9us, pela obra maravilhosa do Esp\u00edrito Santo que nos orienta e ensina, eis-nos chegados, felizes e triunfantes, ao fim de nossa primeira jornada e ao limiar de mais um ano eclesi\u00e1stico.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi f\u00e1cil a caminhada. Trechos ensolarados e floridos houve no percurso, mas tamb\u00e9m houve obst\u00e1culos a transpor, despenhadeiros a contornar e furnas a atravessar.<\/p>\n<p>Ensolarado foram aqueles trechos que caminhamos, humildes, com os olhos fixados nos c\u00e9us, entregando-nos, por inteiro, \u00e0 dire\u00e7\u00e3o da provid\u00eancia divina. Obst\u00e1culos, despenhadeiros e furnas, as tenta\u00e7\u00f5es que nos assaltaram, a condescend\u00eancia com as nossas pr\u00f3prias fraquezas e os momentos em que as paix\u00f5es nos dominaram, interpondo-se entre n\u00f3s e a orienta\u00e7\u00e3o divina. Ali, como aqui, sentimos que o bra\u00e7o do Senhor nos amparou, convertendo em b\u00ean\u00e7\u00e3os inef\u00e1veis as mais dolorosas experi\u00eancias.<\/p>\n<p>Sejam, pois, as nossas primeiras palavras, nos umbrais deste novo ano, a express\u00e3o do reconhecimento de nossas faltas; uma s\u00faplica humilde de perd\u00e3o e, acima de tudo, um preito de agradecimento ao Pai, ao Filho e ao Esp\u00edrito Santo que, pacientemente, nos conduziu at\u00e9 este momento.<\/p>\n<p>Neste esp\u00edrito, voltemos o olhar para o curto passado, procurando descobrir, entre a obra feita, o que importa reafirmar, corrigir ou melhorar. Estendamos o olhar para o futuro e marchemos resolutos \u00e0 conquista das magn\u00edficas realiza\u00e7\u00f5es a que nos propusemos em nossa arrancada memor\u00e1vel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>EXPANS\u00c3O \u2013 Durante o nosso primeiro ano eclesi\u00e1stico tivemos de atender aos apelos que nos chegaram de v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es. Esse fato que nos proporcionou, louvado seja Deus, r\u00e1pida e apreci\u00e1vel expans\u00e3o, impossibilitou o nosso mission\u00e1rio de realizar a obra evangelizadora que lhe est\u00e1, especificamente, atribu\u00edda.<\/p>\n<p>\u00c9 mister que, neste novo ano, passando o per\u00edodo inicial das muta\u00e7\u00f5es; bem definidas as atitudes e posi\u00e7\u00f5es das comunidades locais, natural e inevitavelmente atingidas pelos acontecimentos que deram causa \u00e0 nossa exist\u00eancia, libertados, portanto, deste processo quase compuls\u00f3rio de crescimento por aposi\u00e7\u00e3o, entregamo-nos, de corpo e alma, \u00e0 obra mission\u00e1ria. A nossa Igreja n\u00e3o quer crescer por for\u00e7a da ades\u00e3o de entidades pertencentes \u00e0 outras Denomina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Aspiramos a uma expans\u00e3o que seja o fruto do nosso pr\u00f3prio trabalho evangelizador. Que congrega\u00e7\u00f5es locais ou presbiteriais se convertam em igrejas; que se crie um campo mission\u00e1rio extenso, constitu\u00eddo de localidades onde n\u00e3o existam igrejas evang\u00e9licas; que o mission\u00e1rio presbiterial seja insistentemente convidado pelos pastores ou pelos conselhos para a realiza\u00e7\u00e3o de campanhas de evangeliza\u00e7\u00e3o em suas igrejas; eis o que desejamos, e s\u00f3 o que desejamos seja feito no sentido do nosso crescimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>PREGA\u00c7\u00c3O E ORTODOXIA \u2013 A nossa prega\u00e7\u00e3o seja pautada rigorosamente pela nossa ortodoxia.<\/p>\n<p>Aos pecadores, falemos francamente no pecado e nas suas conseq\u00fc\u00eancias humanamente irremedi\u00e1veis, encaminhando-os para a Cruz do Redentor, \u00fanico tema da prega\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica, e que deve ser o \u00fanico tema da nossa prega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o tenhamos reservas em profligar o erro, condenar o mal e denunciar as fraquezas humanas. Empenhemo-nos, por\u00e9m, na obra construtiva, dentro de uma conduta serena e bem orientada, evitando molestar os indiv\u00edduos que desejamos libertados desses erros e fraquezas. Organizemos e orientemos campanhas contra os v\u00edcios, h\u00e1bitos, ou costumes que, como express\u00f5es do pecado, atentam contra a dignidade do homem e da fam\u00edlia, quer no seio da Igreja, quer na sociedade.<\/p>\n<p>Consagremos redobrado esfor\u00e7o \u00e0 nossa prepara\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria, congregando-nos assiduamente em torno da Palavra de Deus, nos cultos e na Escola Dominical; aprimoremos os nossos serm\u00f5es e estudos b\u00edblicos; vulgarizemos os catecismos e a Confiss\u00e3o de F\u00e9 de Westminster e demos, express\u00e3o nitidamente denominacional a todo o nosso trabalho dom\u00e9stico.<\/p>\n<p>Os Conselhos d\u00eaem cumprimento rigoroso ao que disp\u00f5e a Constitui\u00e7\u00e3o e Ordem sobre a aceita\u00e7\u00e3o de novos membros e recep\u00e7\u00e3o dos que vierem de outras Denomina\u00e7\u00f5es, evitando, quanto poss\u00edvel, a penetra\u00e7\u00e3o de elementos que, embora possuidores de excelentes qualidades, sejam portadores de id\u00e9ias ex\u00f3ticas ou contr\u00e1rias aos nossos s\u00edmbolos doutrinais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>SANTIFICA\u00c7\u00c3O E DISCIPLINA \u2013 Grande \u00e9 a responsabilidade da nossa Igreja quanto \u00e0 santifica\u00e7\u00e3o e disciplina. Importa provar que <em>\u201cn\u00e3o seguimos o formalismo religioso que orienta a personalidade para a simples aceita\u00e7\u00e3o intelectual de determinadas verdades, que permanecem, todavia, est\u00e9reis e improdutivas.\u201d<\/em><\/p>\n<p>A \u201cF\u00e9 Salvadora\u201d, viva e eficaz, que se consubstancia, pela ilumina\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, na convic\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria, \u00e9 a mesma que nos faz participantes da vida espiritual que h\u00e1 em Cristo. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, pois, haver essa profunda apropria\u00e7\u00e3o de verdades doutrin\u00e1rias, como princ\u00edpios dominantes da vida individual, sem que haja a correspondente express\u00e3o desses princ\u00edpios nas atitudes e conduta dessa vida. \u201cPelos seus frutos os conhecereis\u201d, disse Nosso Senhor Jesus Cristo. \u201cA f\u00e9 sem obras \u00e9 morta\u201d disse o ap\u00f3stolo S. Tiago.<\/p>\n<p>Incumbe, pois, aos Conselhos, zelar pela pureza do rebanho, aplicando medidas disciplinares sempre que se tornarem precisas, afastando da Mesa do Senhor, amorosa, mas decididamente, os que dela se aproximam com m\u00e3os impuras ou profanas. A disciplina aplicada com nobreza, e em fun\u00e7\u00e3o construtiva, edifica e corrige os escolhidos de Deus, atingidos pelas fraquezas e tenta\u00e7\u00f5es, e afasta os que se iludem ou procuram iludir quanto aos seus prop\u00f3sitos no seio do rebanho.<\/p>\n<p>De uma ou de outra forma, ela \u00e9 de grande proveito espiritual, quando aplicada com eleva\u00e7\u00e3o, sobriedade e amor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>DIA DO SENHOR \u2013 Que os p\u00falpitos, os presb\u00edteros e os professores das Escolas Dominicais falem insistentemente do dever de consagrar inteiramente ao Senhor o dia dominical, cuja guarda e\u00a0 santifica\u00e7\u00e3o, constituindo uma das santas ordenan\u00e7as crist\u00e3s, \u00e9 o mais rico reposit\u00f3rio de b\u00ean\u00e7\u00e3os espirituais com que Deus nos enriquece na peregrina\u00e7\u00e3o da vida.<\/p>\n<p>Habituemo-nos a considerar, de prefer\u00eancia, o aspecto positivo do assunto, exaltando perante a Igreja os prop\u00f3sitos que, sem d\u00favida, presidiram a institui\u00e7\u00f5es da ordenan\u00e7a, que foram os de afastar o homem das preocupa\u00e7\u00f5es da vida material, afim de proporcionar-lhe b\u00ean\u00e7\u00e3os especiais no descanso do corpo e na edifica\u00e7\u00e3o da alma, como se fora um antegozo dos prazeres celestiais.<\/p>\n<p>Seja a mocidade levada a compreender que a profana\u00e7\u00e3o do Dia do Senhor, sobre ser a quebra de um mandamento expresso de Deus, revela uma grande insensatez, pois \u00e9 a troca das b\u00ean\u00e7\u00e3os inef\u00e1veis deste dia, pelos prazeres v\u00e3os e transit\u00f3rios da vida. Assim ela entender\u00e1 melhor que o \u201cs\u00e1bado foi feito por causa do homem\u201d e far\u00e1 espont\u00e2nea absten\u00e7\u00e3o de tudo aquilo que lhe perturbe o gozo integral das b\u00ean\u00e7\u00e3os desse dia, n\u00e3o sendo mister vive tangida pelas proibi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FRATERNIDADE \u2013 T\u00e3o importante \u00e9 o sentido da fraternidade no seio da Igreja, que as Santas Escrituras a institu\u00edram como crit\u00e9rio para aferir o amor para com Deus. \u201cAquele que n\u00e3o ama a seu irm\u00e3o a quem v\u00ea, como amar\u00e1 a deus a quem n\u00e3o v\u00ea?\u201d<\/p>\n<p>A express\u00e3o coletiva desse amor \u00e9 o v\u00ednculo de mansid\u00e3o que deve presidir a vida em sociedade. Reconhecendo que a Igreja \u00e9 constitu\u00edda de homens e que todo homem tem as suas arestas, s\u00f3 h\u00e1 uma meio de evitar os atritos, preservando a cordialidade: &#8211; a adapta\u00e7\u00e3o dos nossos temperamentos diversos num ambiente de boa vontade rec\u00edproca.<\/p>\n<p>Haja entendimento e perd\u00e3o entre os crentes e a fraternidade jamais ser\u00e1 comprometida.<\/p>\n<p>T\u00e3o grandes e t\u00e3o complexos soa os problemas gerais da Igreja; t\u00e3o poucos s\u00e3o os obreiros que a ela se dedicam integralmente; e t\u00e3o limitado \u00e9 o tempo de que dispomos, que seria crueldade desviar a aten\u00e7\u00e3o dos diretores da Igreja da obra ingente a que se acham entregues, para a solu\u00e7\u00e3o de casos pessoais que poderiam ser evitados. E que dizer dos casos criados pelos pr\u00f3prios diretores?. . .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>UNIDADE \u2013 Importa n\u00e3o perder de vista o sentido de unidade da nossa Igreja. Se nos deixarmos absorver pelos problemas locais, relegando \u00e0 segunda plana os interesses da Federa\u00e7\u00e3o, determinaremos, com essa atitude, a desagrega\u00e7\u00e3o dos nossos esfor\u00e7os, consequentemente, o esfacelamento da obra geral.<\/p>\n<p>Imposs\u00edvel seria, dessa forma, a consecu\u00e7\u00e3o dos altos objetivos a cuja conquista nos propusemos. Poder\u00edamos ter igrejas locais entregues a uma atividade constante e nobre, mas essas pequenas comunidades viveriam restritas a raios de a\u00e7\u00e3o limitad\u00edssimos, e, sem uma representa\u00e7\u00e3o nacional, seriam incapazes de ocupar, nos diversos setores da Obra Evang\u00e9lica, o lugar que pretendemos entre as irm\u00e3s que, dignamente, militam em nossa p\u00e1tria.<\/p>\n<p>De resto, o futuro, a consist\u00eancia, a estabilidade do trabalho local, ser\u00e3o decorrentes da fidelidade com que nos entregamos \u00e0 obra geral. \u2013 Onde pastores se n\u00e3o houver obra educativa? Onde a possibilidade de expans\u00e3o de expans\u00e3o e defesa de nossas id\u00e9ias , sem um \u00f3rg\u00e3o de imprensa? Onde o testemunho pr\u00e1tico de solidariedade no sofrimento humano, sem institui\u00e7\u00f5es e fundos especializados, ou sem o nosso concurso \u00e0 grandiosa obra de benemer\u00eancia que vem sendo feita pelas igrejas irm\u00e3s?<\/p>\n<p>Extenso \u00e9 o territ\u00f3rio da p\u00e1tria; in\u00fameras as localidades onde nenhum trabalho mission\u00e1rio se faz com regularidade e perseveran\u00e7a. \u00c9 mister que os nossos esfor\u00e7os de propaganda n\u00e3o fiquem limitados ao \u00e2mbito estreito do trabalho local, mas alcancem uma realiza\u00e7\u00e3o de grande amplitude e intensidade, na atua\u00e7\u00e3o constante do Mission\u00e1rio Presbiterial. S\u00f3 assim daremos provas da exata compreens\u00e3o do moto que escolhemos para o primeiro ano de nossa vida\u00a0 eclesi\u00e1stica, a s\u00faplica do vidente de Patmos: <em>\u201cVem, Senhor Jesus!\u201d<\/em><\/p>\n<p>Eis o que deve mover, no seio de cada igreja local, ministros e presb\u00edteros, di\u00e1conos e professores, homens e mulheres,\u00a0 jovens e crian\u00e7as, a uma permanente e intensa preocupa\u00e7\u00e3o pela obra geral da Igreja. E essa preocupa\u00e7\u00e3o deve traduzir-se nas ora\u00e7\u00f5es particulares, nas ora\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e na contribui\u00e7\u00e3o liberal e constante para essa obra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>VOCA\u00c7\u00c3O MINISTERIAL: &#8211; O grande problema da nossa Igreja \u00e9 a falta de obreiros. Desdobram-se em atividade constante os poucos que a Provid\u00eancia Divina nos concedeu, mas, \u00e0 propor\u00e7\u00e3o que a seara se estende, mais se acentua a impossibilidade de atender, com t\u00e3o poucos trabalhadores \u00e0s necessidades da sementeira.<\/p>\n<p>V\u00e1rios s\u00e3o os recursos de que se servem os homens para congregar elementos em torno das empresas ou empreendimentos.<\/p>\n<p>Acenam-lhes com a gl\u00f3ria, com o conforto, com o fausto e, movidos pela ambi\u00e7\u00e3o, entregam-se trabalhadores \u00e0 faina, mesmo nos misteres mais \u00e1rduos e perigosos.<\/p>\n<p>N\u00e3o assim na Igreja de Cristo.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 como aproveitar os homens movidos pelo interesse ou pela ambi\u00e7\u00e3o, porque o minist\u00e9rio \u00e9 um apostolado. Sua gl\u00f3ria transcende \u00e0 gl\u00f3ria do mundo e, por isso mesmo, \u00e9 quase sempre, inexistente nesta vida; seu conforto \u00e9 profundamente \u00edntimo, mas n\u00e3o se exterioriza em elementos materiais; suas riquezas se constituem de valores celestiais, que n\u00e3o encontram c\u00e2mbio ou retribui\u00e7\u00e3o nos mercados do mundo.<\/p>\n<p>Levar, pois, para dentro das almas juvenis, neste s\u00e9culo materialista, a fascina\u00e7\u00e3o por esses valores intang\u00edveis, n\u00e3o \u00e9 obra humana. E Jesus ensinou isso mesmo quando apontou \u00e0 sua Igreja, por meio dos seus disc\u00edpulos, a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o para o problema: <em>\u201cRogai ao Senhor da Seara que mande obreiros \u00e0 sua Seara.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Rogai! Rogai! Rogai! \u00c9 o que cumpre fazer. Roguemos em nossos lares, em nossas ora\u00e7\u00f5es mais \u00edntimas, nas Escolas Dominicais, em nossos cultos p\u00fablicos. Roguemos sempre. Onde for poss\u00edvel, consagremos, no decorrer do ano, uma semana inteira a concertos especiais de s\u00faplicas nesse sentido. Os p\u00falpitos preguem constantemente sobre os grandes privil\u00e9gios do Santo Minist\u00e9rio; e os ministros d\u00eaem exemplos edificantes aos mo\u00e7os, afastando-se dos interesses desta vida. As igrejas dignifiquem os seus serventu\u00e1rios, honrando-lhes o sagrado of\u00edcio, e todos procurem amparar e estimular as voca\u00e7\u00f5es que despontem no seio do rebanho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FINAN\u00c7AS: &#8211; n\u00e3o h\u00e1 negar que a liberalidade nas contribui\u00e7\u00f5es para a Causa do Senhor \u00e9 \u00edndice seguro de espiritualidade. Eis porque reservamos poucas palavras para este assunto, no final quase desta nossa Pastoral. Seguros da liberalidade, uma vez obtida a aquiesc\u00eancia da Igreja para nossas recomenda\u00e7\u00f5es anteriores, s\u00f3 nos cumpre pedir a metodiza\u00e7\u00e3o no servi\u00e7o de ofertas.<\/p>\n<p>Procurem as igrejas locais organizar as suas finan\u00e7as por meio de contribui\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas, se poss\u00edvel mensais, de modo a assegurar o sustento pastoral, o compromisso or\u00e7ament\u00e1rio presbiterial e a manuten\u00e7\u00e3o do culto.<\/p>\n<p>Levantem, com interesse, coletas especiais para o nosso \u00d3rg\u00e3o Oficial, para a Obra de Benefic\u00eancia e para o nosso Plano Educativo, obedecendo rigorosamente o que, a respeito, prescreve o Calend\u00e1rio da Igreja.<\/p>\n<p>Importa encarar tamb\u00e9m o aspecto da contribui\u00e7\u00e3o na obra educativa da Escola Dominical, incluindo direta e pessoalmente, os alunos mais adiantados, sempre que poss\u00edvel, no rol dos contribuintes e fazendo constantes apelos, no seio das classes, em favor dos fins gerais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>VIDA DEVOCIONAL: &#8211; Queremos\u00a0 coroar esta carta com um apelo final para a ora\u00e7\u00e3o. Nada, absolutamente nada do que acima se recomendou e se preconizou ter\u00e1 o seu cumprimento; nenhum dos recursos apontados ser\u00e1 utilizado com efici\u00eancia se a Igreja n\u00e3o estiver mergulhada e embevecida no esp\u00edrito de devo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Procuremos ter uma ideia exata da ora\u00e7\u00e3o, lembrando-nos sempre de que ela deve ser, para n\u00f3s, nesta luminosa Dispensa\u00e7\u00e3o da Gra\u00e7a, menos um ve\u00edculo para os nossos pedidos, do que a express\u00e3o da nossa humildade, do nosso amor, do nosso desejo, do nosso anseio.<\/p>\n<p>Levantem-se nos lares o altar da ora\u00e7\u00e3o, que \u00e9 o Culto Dom\u00e9stico; recolham-se os irm\u00e3os a exerc\u00edcios espirituais constantes e met\u00f3dicos; congreguem-se as igrejas em constantes concertos de ora\u00e7\u00e3o; vivamos, enfim, permanentemente, na presen\u00e7a de Deus, como indiv\u00edduos e como Igreja, e n\u00e3o haver\u00e1 problemas insol\u00faveis, nem casos a lamentar ou a resolver.<\/p>\n<p>* * *<\/p>\n<p>O mundo atravessa um per\u00edodo hist\u00f3rico de grande significa\u00e7\u00e3o religiosa e de grav\u00edssimas consequ\u00eancias. A Igreja n\u00e3o pode viver insulada, e deve simpatizar-se com a humanidade nesta hora amarga e tenebroso. Nossos irm\u00e3os que habitam as regi\u00f5es assoladas pela guerra, devem estar experimentando as mais dolorosas prova\u00e7\u00f5es nestes dias tristes e calamitosos.<\/p>\n<p>E, no mais, irm\u00e3os queridos, fixando os olhos no c\u00e9u, aguardemos jubilosos a vinda de Nosso Bendito e Adorado Salvador, cujos esplendores j\u00e1 se vislumbram das brumas da hora que passa.<\/p>\n<p>E bendita seja a F\u00e9, d\u00e1diva imperec\u00edvel do amor de Deus, que nos proporciona essa vis\u00e3o luminosa, enquanto a humanidade se debate, desesperadamente, entre os problemas oriundos de sua pr\u00f3pria ins\u00e2nia.<\/p>\n<p>\u201cO Deus de paz que ressuscitou dos mortos pelo sangue do testamento eterno a Jesus Cristo, Senhor nosso, Grande Pastor das ovelhas, vos fa\u00e7a id\u00f4neos em todo o bem, para que fa\u00e7ais a sua vontade, fazendo Ele em v\u00f3s o que seja agrad\u00e1vel aos seus olhos, por Jesus Cristo, ao qual \u00e9 dada a gl\u00f3ria pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos.\u201d (Hebreus 13.20-21).<\/p>\n<p>Am\u00e9m!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo, 30 de junho de 1941<\/p>\n<p>Flam\u00ednio F\u00e1vero \u2013 presidente<\/p>\n<p>Bento Ferraz<\/p>\n<ol>\n<li>P. Camacho \u2013 1\u00ba secret\u00e1rio<\/li>\n<\/ol>\n<p>Jo\u00e3o Rodrigues Bicas \u2013 2\u00ba secret\u00e1rio<\/p>\n<p>Armando Pinto de Oliveira<\/p>\n<p>Alfredo Al\u00edpio do Vale<\/p>\n<p>Roberto Heckt<\/p>\n<p>Jonathas Pereira Coutinho<\/p>\n<p>Joaquim Ferreira Cardim<\/p>\n<p>Manoel Pereira Fagundes<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Luiz de Almeida<\/p>\n<p>Hor\u00e1cio Pereira<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Arantes<\/p>\n<p>Ol\u00edmpio Pereira Barbosa<\/p>\n<p>Azor Jos\u00e9 Rodrigues<\/p>\n<p>Am\u00e1vio J. Rosa<\/p>\n<p>Ab\u00edlio Costa Ribeiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PASTORAL \u2013 Junho &#8211; Julho de 1941 Amados em Cristo: Pela miseric\u00f3rdia de Deus nosso Pai, pela gra\u00e7a de Nosso Senhor Jesus Cristo que por n\u00f3s intercede nas alturas do c\u00e9us, pela obra maravilhosa do Esp\u00edrito Santo que nos orienta e ensina, eis-nos chegados, felizes e triunfantes, ao fim de nossa primeira jornada e ao limiar de mais um ano eclesi\u00e1stico. N\u00e3o foi f\u00e1cil a caminhada. Trechos ensolarados e floridos houve no percurso, mas tamb\u00e9m houve obst\u00e1culos a transpor, despenhadeiros a contornar e furnas a atravessar. Ensolarado foram aqueles trechos que caminhamos, humildes, com os olhos fixados nos c\u00e9us, entregando-nos, por inteiro, \u00e0 dire\u00e7\u00e3o da provid\u00eancia divina. Obst\u00e1culos, despenhadeiros e furnas, as tenta\u00e7\u00f5es que nos assaltaram, a condescend\u00eancia com as nossas pr\u00f3prias fraquezas e os momentos em que as paix\u00f5es nos dominaram, interpondo-se entre n\u00f3s e a orienta\u00e7\u00e3o divina. 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