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“Misericórdia Senhor!”

“Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça; na angústia, me tens aliviado; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração” (Salmo 4.1)

Este salmo expressa a confiança em Deus que traz consigo uma sensação de segurança. O escritor está consciente de que têm inimigos, e que eles “transformariam” sua “glória em vergonha” se pudessem. São pessoas falsas que buscam sua ruína. Ainda assim, ele tem confiança em Deus de que tudo ficará bem. Portanto, o assunto principal do salmo é o fato de que a confiança em Deus nos traz tranquilidade em meio aos problemas, e que a confiança em Seu cuidado protetor nos capacita a nos entregarmos, à noite, a um repouso não perturbado.

Neste primeiro versículo o escritor clama a Deus que o ouça, tendo como base o fato de que em ocasiões passadas Deus o ouviu. “Ouvir”, neste caso, é o mesmo que pedir: “seja favorável ao meu clamor”.

Deus é identificado pelo salmista como sendo o “Deus da minha justiça”, o que deve ser entendido como uma declaração de que Deus é justo. O salmista apela a Deus como sendo aquele que ele sabe que sempre faz o que é justo, logo, alguém em quem ele poderia confiar plenamente.
Ele lembra que, em ocasiões anteriores de angústia, Deus o livrou. Assim, ele agora roga com confiança para que Deus novamente tenha misericórdia dele. O versículo conclui com um apelo por misericórdia e para que Deus ouça o seu clamor.

Nós também passamos por momentos de angústia pelos mais variados motivos. Nesses momentos, o que fazemos? A quem recorremos? Só Deus pode, por Sua misericórdia, nos socorrer. Façamos como o Salmista e clamemos a Deus por misericórdia.

Rev. Welerson Alves Duarte